(São Paulo – SP, 11/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante a execução do Hino Nacional. Foto: Alan Santos/PR
O ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) teve boa evolução clínica e segue internado no hospital DF Star, em Brasília, para reabilitação. A informação é do boletim disponibilizado pela equipe médica, às 12h40 deste domingo (3).
Bolsonaro receberá analgésicos para controle da dor, prevenção de trombose e reabilitação motora e funcional, dizem os médicos.
Ele foi internado na sexta-feira (1º) para ser submetido a uma cirurgia no ombro, para reparo artroscópico do manguito rotador à direita. O procedimento levou três horas, conforme o cardiologista da equipe, Brasil Caiado, afirmou no mesmo dia.
“Galego já está sem oxigênio nasal, conseguiu tomar sopa, e os dedos da mão do braço do procedimento – que é normal não se mexerem por conta do anestésico – já voltaram a se movimentar nesta noite. Está bem, graças a Deus!”, escreveu a esposa Michelle Bolsonaro naquele dia.
O boletim médico do sábado indica que o ex-presidente deve ter alta na segunda-feira. Como está em prisão domiciliar temporária ele voltará ao condomínio Solar de Brasília, onde passa por restrição de visitas e de comunicação em razão da pena que cumpre desde novembro.
A defesa de Bolsonaro havia pedido a autorização em 21 de abril, a partir de exames da equipe médica que acompanha o ex-presidente.
Segundo os relatórios médicos enviados ao STF, Bolsonaro se queixava de “dores recorrentes e intermitentes” no ombro que exigiam uso diário de medicação analgésica.
A cirurgia precisou ser autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Alexandre de Moraes, porque Bolsonaro cumpre prisão domiciliar. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União.
O governo federal lança, nesta segunda-feira (04), o novo Desenrola Brasil, chamado de Desenrola 2.0, que permitirá o saque de até 20% do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de dívidas.
O programa permitirá a negociação de débitos como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com juros de até 1,99% e descontos que podem chegar a 90%.
Além da liberação parcial do FGTS, a adesão ao programa estará condicionada ao bloqueio do usuário em plataformas de apostas on-line por 1 ano. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a medida busca evitar que recursos sejam direcionados para jogos.
“Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”, disse.
O novo pacote mira os trabalhadores de baixa renda, com expectativa de atingir um volume maior de débitos — estimado em até R$ 140 bilhões — e oferecer condições mais vantajosas. Além disso, o programa integra um pacote econômico mais amplo do governo, que inclui medidas para estimular o consumo e discutir ajustes na carga tributária.
O “Desenrola 2.0” deve beneficiar 80,4% das famílias brasileiras que se encontram atualmente endividadas, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
“O que a gente está exigindo, com a contrapartida dos bancos, é que haja uma taxa de juros muito menor do que a praticada nesses três segmentos [CDC, cartão de crédito e cheque especial], que são créditos caros que as pessoas têm que tomar no Brasil. Estamos falando de taxas de juros que variam entre 6% e 10% ao mês”, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan ao detalhar o programa.
“Então, uma dívida de R$ 10 mil, por exemplo, no mês seguinte, ela possivelmente vai ser uma dívida de R$ 11 mil. Uma família brasileira que recebe um salário médio, possivelmente não sairá desse ciclo de atualização da sua dívida. Então, com um desconto amplo, a gente vai chegar a descontos de até 90% nesse programa”, acrescentou.
Além da liberação parcial do FGTS, a adesão ao programa estará condicionada ao bloqueio do usuário em plataformas de apostas on-line por 1 ano. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a medida busca evitar que recursos sejam direcionados para jogos.
“Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”, disse.
O novo pacote mira os trabalhadores de baixa renda, com expectativa de atingir um volume maior de débitos — estimado em até R$ 140 bilhões — e oferecer condições mais vantajosas. Além disso, o programa integra um pacote econômico mais amplo do governo, que inclui medidas para estimular o consumo e discutir ajustes na carga tributária.
O “Desenrola 2.0” deve beneficiar 80,4% das famílias brasileiras que se encontram atualmente endividadas, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
“O que a gente está exigindo, com a contrapartida dos bancos, é que haja uma taxa de juros muito menor do que a praticada nesses três segmentos [CDC, cartão de crédito e cheque especial], que são créditos caros que as pessoas têm que tomar no Brasil. Estamos falando de taxas de juros que variam entre 6% e 10% ao mês”, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan ao detalhar o programa.
“Então, uma dívida de R$ 10 mil, por exemplo, no mês seguinte, ela possivelmente vai ser uma dívida de R$ 11 mil. Uma família brasileira que recebe um salário médio, possivelmente não sairá desse ciclo de atualização da sua dívida. Então, com um desconto amplo, a gente vai chegar a descontos de até 90% nesse programa”, acrescentou.
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), envia neste domingo (3) uma equipe técnica à Paraíba para apoiar municípios atingidos pelas fortes chuvas. O objetivo é orientar as prefeituras sobre o reconhecimento federal de situação de emergência e a solicitação de recursos para ações de assistência humanitária, restabelecimento e reconstrução.
De acordo com o balanço mais recente da Defesa Civil estadual, cerca de 16,1 mil pessoas foram afetadas, com 624 desalojados, 703 desabrigados e dois óbitos. Os maiores impactos concentram-se em Bayeux, Rio Tinto, Mamanguape, Sapé, Ingá, João Pessoa e Cabedelo.
Ação federal e apoio técnico aos municípios
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, afirmou que mantém contato com autoridades locais para acompanhar a situação e garantir o suporte do Governo Federal. Segundo ele, o reconhecimento dos municípios será feito de forma imediata quando necessário.
“Vamos reconhecer de forma imediata os municípios que precisarem desse reconhecimento. Esse é um passo fundamental, pois permite mobilizar toda a estrutura do Governo Federal — desde as Forças Armadas e a Defesa Civil Nacional até as ações necessárias para o restabelecimento da normalidade”, afirmou.
O diretor do Departamento de Obras de Proteção e Defesa Civil da Sedec, Paulo Roberto Farias Falcão, explicou que a equipe federal prestará apoio técnico no levantamento de danos e na orientação para acesso aos recursos federais. Ele está em Pernambuco participando de reuniões com autoridades locais desde a chegada da equipe da Defesa Civil Nacional ao estado.
“A missão aqui do Governo Federal é prestar apoio. Estamos na fase de levantamento de danos, identificando demandas e orientando estados e municípios para solicitar recursos”, disse.
Alertas e riscos de novas chuvas
Paulo Falcão também alertou a população sobre a importância de acompanhar os avisos da Defesa Civil e evitar áreas de risco durante períodos de chuva intensa. Ele destacou o uso do sistema Defesa Civil Alerta, que envia notificações por celular.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou, neste sábado (2), um alerta laranja para chuvas intensas no Nordeste, com previsão de acumulados entre 50 e 100 mm e ventos de 60 a 100 km/h, aumentando o risco de alagamentos e interrupções de energia.
O aviso inclui áreas da Região Metropolitana do Recife, Agreste e Zona da Mata de Pernambuco, além das regiões da Mata Paraibana, Agreste e Borborema, na Paraíba. O órgão também renovou um alerta amarelo, válido para 115 municípios até as 10h deste domingo (3), enquanto o alerta laranja abrange 69 cidades até as 23h59 deste sábado (2).
Como solicitar recursos federais
Estados e municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia metas e valores. Após aprovação, os repasses são oficializados por portaria no Diário Oficial da União (DOU).
Capacitação para resposta a emergências
A Defesa Civil Nacional também oferece cursos a distância para capacitar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. A iniciativa busca qualificar profissionais das três esferas de governo para atuação eficiente em situações de emergência.
A desaprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu 62%, maior nível registrado em seus dois mandatos. Os dados são da pesquisa Washington Post-ABC News-Ipsos, divulgada no domingo (3).
Segundo o levantamento, o resultado foi influenciado pela guerra contra o Irã. O conflito, lançado para conter o programa nuclear iraniano (leia mais abaixo), se expandiu para o Estreito de Ormuz, rota de cerca de 20% do petróleo mundial, pressionando a economia global.
Nos Estados Unidos, o preço da gasolina, por exemplo, subiu mais de 40%, chegando a cerca de US$ 4,18 (R$ 20,89) por galão desde o início da guerra, em 28 de fevereiro. Ao todo, 66% dos entrevistados disseram desaprovar a condução de Trump na crise, ante 33% que afirmaram aprovar as decisões do presidente.
A pior avaliação está ligada ao custo de vida, categoria em que Trump é desaprovado por 76% dos norte-americanos e aprovado por 23%. Em relação à inflação, a aprovação do presidente chega a 27%. No cenário econômico geral, 34% disseram aprovar as decisões de Trump — sete pontos a menos do que o registrado na última pesquisa..
A alta desaprovação de Trump preocupa aliados republicanos, que temem que o presidente perca o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato, em novembro deste ano. Conforme a pesquisa, os democratas lideram a preferência para a Câmara por 5 pontos percentuais (p.p) entre os eleitores registrados, vantagem que sobe para 9 p.p entre os que dizem ter certeza que irão votar.
A pesquisa Washington Post-ABC News-Ipsos foi realizada de forma online, entre 24 e 28 de abril, com 2.560 adultos nos Estados Unidos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Guerra no Irã Restringir a capacidade nuclear do Irã tem sido uma das prioridades da política externa de Washington há décadas. Em 2015, o então presidente Barack Obama fez um acordo com o país, limitando as atividades nucleares e permitindo a inspeção das instalações para garantir que fossem usadas apenas para fins civis e não para a produção de armas. Em troca, o Irã recebia alívio nas sanções.
Tal acordo, no entanto, foi rasgado em 2018 por Donald Trump, que alegou que o acordo era benéfico demais para o Irã. Com isso, o país deixou de cumprir o acordo e elevou o grau de enriquecimento de urânio – que pode ser usado para fazer bombas nucleares. O governo de Joe Biden até tentou retomar o acordo, oferecendo novamente alívio nas sanções econômicas, mas não obteve sucesso.
Agora, em seu segundo mandato, Trump vinha pressionando o governo iraniano a limitar ou abandonar o programa nuclear, sob a justificativa de que o país estaria próximo de desenvolver uma bomba atômica. A acusação é rejeitada por Teerã, que afirma que o programa tem fins pacíficos, voltados sobretudo à produção de energia.
No começo do ano, os países se reuniram para debater um novo acordo nuclear, em um encontro descrito como “positivo” pelas delegações. Dias depois, no entanto, Trump acusou o Irã de “voltar a perseguir suas ambições nucleares”, mesmo após os ataques de 2025, e autorizou novos bombardeios contra o país, desta vez em parceria com Israel.
O conflito se expandiu após o Hezbollah, aliado do Irã, lançar mísseis contra Israel, que respondeu atacando alvos em todo o Líbano, país onde o grupo é dominante. Além disso, drones iranianos atingiram bases militares europeias no Oriente Médio. As hostilidades ainda escalaram para o Estreito de Ormuz, pressionando a economia global.
Em abril, Estados Unidos, Israel e Irã aceitaram um acordo de cessar-fogo. A proposta, mediada pelo Paquistão, foi formalizada a menos de 1h30 do fim do ultimato dado pelo presidente norte-americano para a reabertura do Estreito de Ormuz. O republicano havia afirmado que, caso a rota não fosse reaberta, “uma civilização inteira morreria para nunca mais ser ressuscitada”.
A Câmara dos Deputados dá início aos trabalhos desta semana com uma sessão deliberativa para acelerar o rito da comissão especial que analisa a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) sobre o fim da jornada de trabalho 6×1.
O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou uma reunião em plenário para a tarde desta segunda-feira (4) com o objetivo de avançar com a contagem das dez sessões necessárias para a apresentação de emendas à proposta.
Apenas depois desse prazo o relator da PEC, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), poderá apresentar o seu parecer na comissão especial e já pedir que a matéria seja pautada.
Motta marcou reuniões em plenário para todos os dias desta semana, assim metade do prazo necessário pelo regimento será atingido. É rara a realização de sessões na segunda e na sexta-feira na Câmara, que costuma ter deliberações apenas de terça a quinta.
O presidente da Casa quer aprovar a proposta na comissão e no plenário ainda em maio como uma sinalização ao Dia do Trabalhador. Ele deve alinhar um calendário com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), para que a iniciativa seja promulgada até o final de junho.
Enquanto corre o prazo de sessões em plenário, a comissão especial da PEC pretende analisar o plano de trabalho do relator e votar requerimentos, incluindo um convite para ouvir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos. Esses itens já estão previstos em uma reunião marcada para terça-feira (5).
Outra frente de trabalho é a realização de seminários em estados, a começar por João Pessoa, capital da Paraíba, na quinta-feira (7). Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) também devem receber os debates sobre a mudança na escala de trabalho ainda no mês de maio.
Por enquanto, a previsão é de que o presidente da Câmara participe apenas da discussão em seu estado, onde tentará ser reeleito para mais um mandato de deputado federal em outubro.
Instalado na quarta-feira (29), o colegiado poderá ter mais de uma reunião durante a semana para avançar com o debate, segundo o presidente da comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP). Por enquanto, apenas uma sessão está marcada para esta semana.
Nessa fase inicial do colegiado, os deputados devem discutir o mérito da PEC, ou seja, os termos da proposta. Devem ser debatidos, por exemplo, uma regra de transição e possíveis compensações para setores produtivos.
Pauta eleitoral A redução da jornada é um tema prioritário do governo, que aposta no apelo popular como trunfo eleitoral e um meio de pressão para acelerar a análise no Congresso. No domingo (3), o Planalto lançou uma campanha pelo fim da escala de trabalho 6×1 em canais de mídia digital, televisão, rádio, jornais, cinema e na imprensa internacional.
Motta também tem feito da pauta sua principal bandeira dentro da Câmara e quer deixar sua digital na aprovação da proposta. O Executivo enviou um projeto de lei, em regime de urgência, sobre a mudança na jornada para um modelo 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de descanso. O presidente da Casa, no entanto, decidiu priorizar a análise via PEC, mirando dar protagonismo ao Legislativo.
Na comissão especial, serão analisadas duas propostas que tramitam em conjunto, uma apresentada por Reginaldo Lopes (PT-MG) e outra pela deputada Erika Hilton (PSOL-MG). As PECs já foram aprovadas pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara, onde foi avaliado o cumprimento das regras constitucionais.
O governo defende a redução das atuais 44 horas previstas na Constituição para 40 horas semanais. Representantes de setores econômicos, no entanto, têm pressionado por incentivos, como uma nova regra de desoneração, para compensar possíveis impactos.
*Com informações de Emilly Behnke, Jussara Soares e Larissa Rodrigues. CNN
A rede Óticas Mirna, presente em mais de 50 cidades no RN, PB e PE está promovendo uma liquidação nesta semana.
Segundo um de seus proprietários, o sr. Manuel do Ó, esta ação durará uma semana e acontece em razão da comemoração do dia das mães.
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Ainda segundo Sr. Manuel do Ó, a empresa oferece lentes digitais com tecnologia Freeform e grifes de armações exclusivas, e ainda laboratório digital, o que, segundo ele, garante qualidade e agilidade na entrega dos óculos.
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Mundo da Tia Ana. Um lugar onde a infância é vivida com presença… e guardada com amor.” ✨
A política de Currais Novos já começa a se movimentar nos bastidores, não apenas pensando no cenário atual, mas também projetando as articulações para 2028.
Uma reunião realizada nesta semana reuniu nomes conhecidos do meio político local: Paulinho do Tempero, Lucas Gabriel e Geraldo Dantas (GG).
O encontro, em clima descontraído, chamou atenção pela sintonia entre os participantes, evidenciando um possível alinhamento político entre as lideranças. A conversa reforça a leitura de que os diálogos já estão em curso e que novas composições podem surgir no cenário político da cidade.
Nos bastidores, a movimentação é vista como um indicativo de que mudanças e novidades podem marcar os próximos capítulos da política em Currais Novos, com articulações que já começam a ganhar forma.
O deputado estadual Nelter Queiroz (Progressistas) foi homenageado, nesta sexta-feira (1º), com o Título de Cidadão Messias-Targinense, durante solenidade realizada no município de Messias Targino, dentro da programação alusiva aos 64 anos de emancipação política do município, celebrado no próximo dia 8 de maio.
A honraria foi proposta pelo vereador e presidente da Câmara Municipal, Juscelino Jales, com quem o parlamentar mantém uma atuação conjunta em defesa dos interesses da população local. Nelter destacou a importância da parceria institucional e política com o vereador, ressaltando o compromisso de ambos com o desenvolvimento do município.
“Recebo essa homenagem com muita emoção e gratidão. Agradeço ao vereador Juscelino Jales pela iniciativa, pela confiança e, principalmente, pela parceria firme em defesa do povo de Messias Targino. Esse reconhecimento reforça ainda mais nossa responsabilidade de seguir trabalhando por essa terra”, afirmou o deputado.
A solenidade contou com a presença do prefeito Arthur Targino, acompanhado de sua esposa Lara Maia, do vice-prefeito Anderson Medeiros, além de vereadores, lideranças políticas e comunitárias. Também prestigiaram o momento o Conselheiro do Tribunal de Contas, Dr. Gilberto Jales e o ex-deputado Manoel Mário, entre outras autoridades.
Nelter Queiroz fez questão de agradecer à população de Messias Targino pela acolhida calorosa, bem como aos demais homenageados e seus familiares. O destacou que seguirá atuando em parceria com o vereador Juscelino para levar melhorias e desenvolvimento ao município. “O carinho que recebi aqui só aumenta minha disposição de continuar lutando por Messias Targino e por todo o povo do Rio Grande do Norte”, concluiu.
A população brasileira é marcada pelo uso constante do smartphone, seja para o trabalho, comunicação ou entretenimento. Os dados mais recentes da PNAD Contínua TIC 2024 do IBGE mostram um avanço recorde no uso de celulares no Brasil. Em 2024, 88,9% da população com 10 anos ou mais possuía celular para uso pessoal. No entanto, esse hábito cultural tem impactado a saúde da coluna. O tempo prolongado de tela, associado à má postura, está provocando uma escalada nos casos de cervicalgia, como são chamadas as dores no pescoço, em faixas etárias cada vez mais jovens.
De acordo com Marcos Ferreira Junior, ortopedista especialista em cirurgia de coluna do Hospital Orizonti, a flexão do pescoço ao usar o celular é a principal responsável. “Nosso pescoço está preparado para suportar o peso da cabeça, que é de cerca de cinco quilos, em média. Quando o indivíduo inclina a cabeça em 60 graus para olhar o celular, a carga suportada pelo pescoço pode chegar a 30 kg. Essa sobrecarga exige um esforço enorme de toda a musculatura para estabilizar a cabeça, gerando dores no pescoço, ombros e costas”, explica o médico.
A longo prazo, essa sobrecarga pode causar a retificação da lordose cervical, quando o pescoço fica mais reto e rígido, acelerar a degeneração dos discos e articulações e, em pessoas com predisposição, precipitar o surgimento de hérnias de disco. Em casos extremos, a má postura contínua pode levar ao aumento da cifose, causando inclusive alterações estéticas.
Os primeiros sinais de que há um excesso de uso e sobrecarga são a dor e a sensação de rigidez, a dificuldade de movimentar ou esticar o pescoço. No entanto, o médico alerta que alguns sintomas indicam a necessidade de buscar ajuda especializada de forma mais imediata, como a dor constante que dure mais de uma semana ininterrupta ou dores muito fortes que não apresentam melhora com analgésicos comuns. Dores que se espalham para os membros superiores, como ombros e braços, e a presença de dormência, formigamento ou perda de força nas mãos e nos braços também servem de alerta para ir ao pronto atendimento.
Para evitar o surgimento ou o agravamento das dores, o especialista lista mudanças de hábitos essenciais:
Atenção à postura: Ao usar o smartphone, levante os braços e mantenha o aparelho na altura dos olhos, evitando dobrar o pescoço para baixo. Pausas regulares: Limite o tempo de uso contínuo. Faça pausas de 30 a 60 minutos. Durante o intervalo, faça movimentos de “sim e não” com a cabeça e estique a musculatura (flexão e extensão do pescoço). Ergonomia no Home Office: Utilize cadeiras que permitam apoiar bem as costas e a cabeça. O uso de apoio para os braços é fundamental para não sobrecarregar a musculatura e ajudar a manter o celular na altura correta. Atividade física: Pratique exercícios físicos regularmente, com foco no alongamento e fortalecimento da musculatura da coluna e região cervical. O ortopedista do Hospital Orizonti ressalta que o tratamento cirúrgico é uma rara exceção, indicado apenas para casos de compressão neurológica grave. Na maioria dos pacientes, o problema é resolvido com reabilitação física, por meio de fortalecimento, alongamento e prevenção.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (1º) que o ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou evolução no quadro de saúde após passar por uma cirurgia no ombro direito no hospital DF Star.
Segundo Michelle, Bolsonaro já retirou o oxigênio nasal, conseguiu se alimentar e voltou a movimentar os dedos da mão do braço operado.
“Galego já está sem oxigênio nasal, conseguiu tomar sopa e os dedos da mão do braço do procedimento já voltaram a se movimentar”, escreveu nas redes sociais.
Cirurgia durou três horas
De acordo com boletim médico, noticiado pelo Estadão, a cirurgia transcorreu bem. O cardiologista Brasil Caiado informou que o procedimento durou cerca de três horas e, até o momento, não há previsão de alta.
Os médicos realizaram um reparo artroscópico do manguito rotador direito, relacionado à articulação do ombro.
Moraes autorizou procedimento
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a cirurgia porque Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.
A defesa solicitou autorização no dia 21 de abril após exames apontarem dores recorrentes e necessidade de uso diário de analgésicos.
STF restringiu visitas durante internação
Na decisão, Moraes autorizou Michelle a acompanhar Bolsonaro durante toda a internação. Além disso, o ministro suspendeu visitas de advogados e familiares sem autorização judicial.
O magistrado também proibiu o uso de celular no leito hospitalar e determinou escolta e vigilância permanente pela Polícia Militar do Distrito Federal durante o período de internação.
Por fim, Moraes deu prazo de 48 horas para que a defesa apresente ao STF um relatório médico detalhado sobre a cirurgia.
O Rio Grande do Norte é o Estado com a menor proporção de leitores do Brasil, com apenas 33% da população declarando o hábito, segundo a 6ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro em 2024. No cenário nacional, 53% dos entrevistados se consideram “não leitores”, enquanto 47% afirmam ler livros — índice inferior ao registrado em 2019, quando os leitores eram 52% da população.
O levantamento ouviu 5.504 pessoas, alfabetizadas ou não, em 208 municípios brasileiros, por meio de entrevistas domiciliares. Os dados também mostram desigualdades regionais: o Nordeste apresenta o menor percentual de leitores, com queda de 48% em 2019 para 43% em 2024, enquanto a região Sul concentra a maior incidência, com 53%
A pesquisa aponta ainda diferenças por gênero e faixa etária. As mulheres lideram o hábito de leitura, somando cerca de 50 milhões de leitoras no país, contra 43 milhões de homens. Entre os grupos etários, apenas as faixas de 11 a 13 anos e de pessoas com mais de 70 anos não registraram queda no número de leitores.
Parte do acesso à literatura ocorre por meios digitais. De acordo com o estudo, 30% dos entrevistados leem livros pela internet e 28% utilizam a rede para buscar informações sobre obras, autores e lançamentos. Em 2024, 38% dos brasileiros tiveram contato com a literatura em formatos digitais, como e-books e audiobooks.
Apesar dos índices, iniciativas locais buscam estimular a leitura no Rio Grande do Norte. Segundo o autor e editor José Correia, da Caravela Selo Cultural, há um conjunto de ações em andamento no Estado. “Podemos citar os Clubes de Leitura Páginas Vividas, Banquete de Livros, Lendo Junto, do TRT-RN, Entre Páginas, de Leitura do Rock, Nobel de Literatura, bem como entidades que atuam diretamente com projetos de produção literária, como o Casarão da Poesia, a Sociedade dos Poetas Vivos e Afins, o TJRN, com o projeto Escritores e Escritoras do Cárcere, além das editoras independentes do estado”.
Correia avalia que o ambiente digital ampliou as formas de acesso e consumo de livros. “Com a possibilidade de produção de livros digitais em múltiplos formatos, ampliou-se também a forma de ler, de conhecer a literatura falada e de associar o ato de ler a outras atividades: é ouvir um audiolivro no aparelho de som do carro, em uma viagem de ônibus, durante caminhadas ou em qualquer outro momento”, disse.
Para ele, o crescimento do digital não representa uma ameaça ao livro físico, mas evidencia a necessidade de políticas públicas voltadas ao incentivo à leitura. O editor destaca a importância da criação e manutenção de bibliotecas e de ações de formação de leitores, além de apontar diferenças estruturais no mercado editorial. “Enquanto editoras de pequeno ou médio porte, situadas no eixo Sul-Sudeste, produzem, em média, 5 mil, 10 mil ou 15 mil unidades, aqui no Rio Grande do Norte são impressos, em média, 300 exemplares por título, salvo raríssimas exceções”, afirmou.
Plataforma digital gratuita aumenta acervo para 25 mil livros O Ministério da Educação (MEC) anunciou a expansão do MEC Livros, plataforma gratuita de livros digitais, em comemoração ao Dia Mundial do Livro. A ampliação do acervo eleva de 8 mil para 25 mil as obras disponíveis. Além da ampliação do acervo, a plataforma passará a contar, nos próximos dias, com um novo mecanismo de empréstimo e devolução.
Usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo valerá para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo. Atualmente, a devolução só pode ser feita após 14 dias, independentemente da conclusão da leitura. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por CPF.
Desde o seu lançamento, há pouco mais de duas semanas, o MEC Livros já atingiu a marca de mais de 586 mil usuários cadastrados e mais de 276 mil obras alugadas. Os livros disponibilizados são nacionais e internacionais, contando com lançamentos e best-sellers, além de obras do acervo do domínio público e de parcerias.
A biblioteca digital foi organizada a partir de critérios que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística e conta com uma série de ferramentas voltadas para facilitar a experiência do usuário, como agente de IA para tirar dúvidas e oferecer sugestão de leituras e um painel de acompanhamento das obras acessadas. A plataforma também tem foco na acessibilidade, com opções de ajuste de fonte e contraste, suporte para pessoas com dislexia e compatibilidade com leitores de tela.
O MEC assinou ainda portaria que institui o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026-2036, que estabelece metas para ampliar o número de leitores no País até 2036. Entre os principais objetivos, está aumentar de 47% para 55% a proporção da população com hábito de leitura, além de ampliar o acesso a livros e fortalecer as políticas públicas voltadas à leitura.
O instrumento estratégico é decenal e busca organizar e fomentar iniciativas de promoção ao livro, à leitura, à literatura e às bibliotecas no Brasil, fortalecendo a articulação entre ações educacionais e culturais. A primeira versão do PNLL foi instituída em 2006.
Elaborado de forma conjunta pelo MEC e pelo Ministério da Cultura, o novo plano estabelece metas alinhadas às diretrizes da Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE), regulamentada por decreto em 2025. Entre os principais objetivos estão ampliar o acesso ao livro em todo o País, incentivar a produção literária nacional e o fortalecimento da cadeia produtiva do livro, bem como apoiar espaços de leitura, em especial bibliotecas públicas, escolares e comunitárias.
Para isso, o texto integra diversas políticas já desenvolvidas pelo Governo do Brasil, como o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), coordenado pelo MEC, responsável pela aquisição e distribuição de obras didáticas, literárias e pedagógicas para estudantes e professores da educação básica da rede pública.
O Programa Nacional do Livro e do Material Didático é a política educacional mais longeva do Brasil, criada em 1937. A iniciativa avalia e disponibiliza obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, de forma regular e gratuita às escolas públicas de educação básica. Por meio do Decreto nº 12.021/2024, o programa foi ampliado para incluir a aquisição de acervos também para bibliotecas públicas e comunitárias – para isso, o MEC investiu R$ 24,5 milhões, alcançando a marca de 4 milhões de livros distribuídos a 4 mil bibliotecas.
A Secretaria da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap) informou, neste sábado (2), a fuga de cinco detentos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, localizada em Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal. A ocorrência foi registrada durante o período de chuvas intensas que atingem o estado.
Segundo a pasta, os custodiados estavam na área de triagem do Pavilhão 1 e conseguiram fugir após danificarem a cela. As forças de segurança foram acionadas imediatamente e realizam diligências para localizar e recapturar os foragidos.
Os presos que escaparam foram identificados como Carlos Soares Alves da Silva, Jefferson Cleyton Lima da Silva, Maycon Dias Mora, Pedro Gabriel da Silva e Rodrigo da Silva Nascimento.
De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, as circunstâncias da fuga estão sendo apuradas. A última ocorrência semelhante na unidade havia sido registrada em julho de 2021.
A Secretaria orienta que qualquer informação sobre o paradeiro dos fugitivos pode ser repassada de forma anônima às autoridades por meio do telefone 190.
Na sequência da proibição do uso de redes sociais, pioneira na Austrália, por menores de 16 anos, e com mais de duas dezenas de países em todo o mundo propondo restrições semelhantes, uma nova pesquisa global do Family First (Família Primeiro, em tradução livre), uma iniciativa da Fundação Varkey, mostra que 61% dos pais brasileiros apoiam tais medidas. No entanto, suas opiniões contrastam com as de seus filhos, com apenas 31% dos jovens de 9 a 18 anos apoiando a proibição. Surpreendentemente, a maioria dos entrevistados da Geração Z em todo o mundo (51%) apoia a interdição das redes sociais para menores de 16 anos – que é particularmente notável, considerando que eles são a primeira geração a ter crescido com as redes sociais desde a infância. No Brasil, o apoio entre a Geração Z sobe para 57%.
As conclusões provêm do primeiro estudo intergeracional global sobre os laços familiares, que entrevistou crianças, pais, a Geração Z e avós, com os resultados completos que serão publicados em junho pelo Family First. O estudo apresentará o primeiro Family Bonding Index (Índice de Laços Familiares, em tradução livre) do mundo, que atribui uma pontuação aos países com base na força dos relacionamentos familiares. Os resultados iniciais, divulgados hoje, destacam as diferenças entre as gerações em relação à proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos em seus respectivos países.
O Family First é um movimento global lançado pela Fundação Varkey para fortalecer os laços intergeracionais entre crianças, pais e avós, com o objetivo de construir comunidades mais fortes entre as gerações. Lançado por Sunny Varkey, fundador da GEMS Education, o movimento reflete um compromisso de longa data com a promoção de valores familiares sólidos e o incentivo a um maior apoio entre crianças e familiares, contribuindo para uma vida mais saudável e duradoura. A iniciativa está enraizada na crença de que a educação vai muito além do desempenho acadêmico – ela molda valores e desenvolve não apenas os alunos, mas também futuros pais, líderes e sociedades mais fortes.
Entre os países pesquisados, o apoio é maior na Malásia (77%), na Índia (75%) e na França (74%). O Japão registra o menor nível de apoio, com 38%, seguido pela Nigéria (39%) e pelos EUA (51%).
Os dados revelam uma divisão entre pais e filhos em todo o mundo. No Brasil, há uma diferença de 30 pontos entre crianças e seus pais no que diz respeito ao apoio à proibição das redes sociais para menores de 16 anos. A Austrália apresenta a maior diferença geracional globalmente (34 pontos), seguida pela Suécia (33 pontos) e pelo Canadá (32 pontos).
Globalmente, apenas 37% das crianças apoiam a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos. O apoio entre os jovens é maior na Malásia (62%), na Índia (62%) e na China (50%). Já as menores aceitações estão no Japão (20%), na Argentina e na Suécia (ambos com 26%).
A pesquisa também revelou que 57% da Geração Z no Brasil apoia a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos. Em comparação, esse índice é de 51% em nível global. O apoio à proibição é mais alto na Índia (73%), nos Emirados Árabes Unidos (67%) e na Malásia (65%), e mais baixo no Japão (28%), no Reino Unido e no Canadá (ambos com 40%).
“Esta pesquisa destaca uma tensão crescente que muitas famílias estão enfrentando na era digital. Pais em todo o mundo estão cada vez mais preocupados com o impacto que as redes sociais podem estar causando em seus filhos. Nosso objetivo com o Family First não é simplesmente debater proibições, mas iniciar uma conversa mais ampla sobre como a tecnologia está moldando as relações familiares e os valores com os quais os jovens crescem. Se queremos famílias mais fortes no futuro, precisamos ajudar as crianças a desenvolverem relações saudáveis com a tecnologia hoje”, destaca Sunny Varkey, fundador da Family First e da Fundação Varkey
A Family First contratou a agência de pesquisa We Are Family (Nós Somos Família, em tradução livre) para realizar o estudo. A We Are Family entrevistou 6.002 pais, 6.011 de seus filhos com idades entre nove e 18 anos, 3.000 avós de crianças com idades entre nove e 18 anos e 3.000 participantes da Geração Z em janeiro e fevereiro de 2026. Os países incluídos na pesquisa são Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Índia, Japão, Quênia, Malásia, Nigéria, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.
Uma técnica de enfermagem registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal contra o senador Magno Malta (PL-ES) por agressão física e verbal. O episódio ocorreu na noite de quinta-feira (30), no Hospital DF Star, em Brasília, onde o parlamentar estava internado após sofrer um mal súbito no Senado Federal.
De acordo com o depoimento da profissional, o incidente aconteceu durante um exame de angiotomografia. A técnica relatou que o contraste extravasou no braço do senador após uma interrupção na bomba de injeção. Ao entrar na sala para realizar a compressão do local, ela afirma que Magno Malta se levantou e desferiu um tapa em seu rosto, entortando seus óculos, além de xingá-la de “imunda” e “incompetente”.
Em nota oficial, o senador negou a agressão física e verbal. A assessoria jurídica do parlamentar classificou a denúncia como uma “narrativa forjada” com o objetivo de ocultar um suposto erro técnico na administração do contraste. Segundo a defesa, Malta sofreu um extravasamento de líquido que resultou em trombose e hematoma grave, e qualquer reação física teria sido um reflexo da dor intensa e não um ato direcionado à pessoa da técnica.
O Hospital DF Star informou que abriu uma apuração administrativa para investigar o fato e que presta suporte à colaboradora. O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) emitiu nota de repúdio, afirmando que acompanha o caso e se colocou à disposição da profissional para oferecer suporte jurídico e institucional.
O parlamentar permanece internado para investigação de causas neurológicas e cardiovasculares. A defesa do senador informou que analisa medidas judiciais, incluindo uma notícia-crime por falsa comunicação de crime e uma representação junto ao conselho de classe da profissional. A Polícia Civil investiga o caso.