O pré-candidato a deputado federal e ex-prefeito de Currais Novos, Odon Júnior (PT), afirmou ver de forma positiva a articulação para manutenção de aliança com o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira (PSDB), no contexto da formação da chapa governista para 2026.
Em entrevista ao Repórter 98, da 98FM Natal, Odon indicou que há diálogo em andamento e não descartou a possibilidade de o PSDB ocupar a vaga de vice na candidatura ao Governo do Estado, liderada por Cadu Xavier (PT).
“O PT tem um grupo de tática eleitoral que debate essas questões e eu vejo positivamente uma possível construção nesse sentido”, afirmou. Segundo ele, as tratativas fazem parte das discussões internas da sigla e envolvem a avaliação do cenário político estadual.
O ex-prefeito ressaltou a relevância política de Ezequiel Ferreira e o impacto que uma aliança com o PSDB pode ter na ampliação da base eleitoral. “Pela importância que Ezequiel, como presidente da Assembleia, tem na política do Estado, uma composição com o PSDB, inclusive com indicação de vice, eu vejo com bons olhos para fortalecer esse nosso campo político”, analisou.
Odon sinalizou que o movimento passa pela construção de diálogo com partidos de centro. “É um campo progressista, mas que está aberto ao diálogo com o centro político, com outras referências aqui”, completou.
A aproximação com Ezequiel Ferreira ganhou força nas eleições municipais de 2024, quando o deputado apoiou o grupo político de Odon em Currais Novos.
O Senado aprovou nesta terça-feira (28) o projeto de Lei (PL) que cria o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Violência contra a Mulher (CNVM). A matéria agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Pelo projeto, será criado um banco de dados com informações de pessoas condenadas definitivamente por crimes como feminicídio, estupro, assédio, lesão corporal, perseguição e violência psicológica.
Caberá à União gerenciar as informações que serão compartilhadas entre órgãos de segurança pública federais, estaduais e do Distrito Federal.
Entre as informações que poderão constar da lista estão nome, dados de documentos pessoais, filiação, fotografia, impressões digitais, endereço e o crime cometido, sendo garantido o sigilo da identidade da vítima.
De autoria da deputada Silvye Alves (união-GO), o projeto foi aprovado nas comissões de Direitos Humanos (CDH) e de Constituição e Justiça (CCJ).
A relatora do projeto na CDH, senadora Augusta brito (PT-CE), destacou que, apesar da criação de normas e políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os crimes têm aumentado.
Segundo a senadora, a criação do CNVM, com caráter sancionador e preventivo, pode auxiliar ainda mais no enfrentamento desse tipo de violência.
“A perspectiva de ter seu nome incluído nesse cadastro pode ter efeito dissuasório sobre parte dos potenciais agressores. Isso trará algum alento às vítimas, que poderão ter um pouco mais de tranquilidade sabendo que seus agressores estarão sob maior vigilância”, afirmou.
O Rio Grande do Norte tem se destacado no mapa da inadimplência empresarial por um fator que vai além do número de empresas no vermelho: o peso das dívidas. Em fevereiro de 2026, o Estado somou 90.093 CNPJs inadimplentes e R$ 1,82 bilhão em débitos, liderando no Nordeste em indicadores como dívida média por empresa (R$ 20,2 mil), número de pendências por CNPJ (6,1) e ticket médio (R$ 3.337,11). Os dados são do Indicador de Inadimplência das Empresas da datatech Serasa Experian.
O desempenho contrasta com estados como Bahia, Pernambuco e Ceará, que concentram maior volume de empresas inadimplentes, mas não atingem o mesmo nível de comprometimento financeiro por empresa. Para a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, esse tipo de cenário exige uma leitura mais aprofundada. “Esse resultado mostra que a inadimplência precisa ser analisada não apenas pelo volume de empresas, mas também pela intensidade das dívidas. No caso do Rio Grande do Norte, os dados indicam uma inadimplência concentrada em empresas com dívidas mais elevadas”, afirma.
Segundo ela, esse padrão é ainda mais sensível em economias com forte presença de pequenos negócios. “Um ticket médio na casa de alguns milhares de reais, multiplicado por várias dívidas por empresa, representa uma pressão significativa sobre o caixa e torna o processo de recuperação mais difícil”, explica.
O quadro estadual reflete uma tendência nacional de aumento da pressão financeira. Em fevereiro, o Brasil registrou 8,8 milhões de empresas inadimplentes, com 60,7 milhões de dívidas que somam R$ 204,6 bilhões, segundo dados da Serasa Experian. Um ano antes, esse valor era de R$ 164,2 bilhões.
Camila Abdelmalack destaca que o avanço está diretamente ligado às condições de crédito. “O aumento do volume das dívidas das empresas reflete, principalmente, a combinação entre juros ainda elevados, crédito mais seletivo e maior dificuldade de rolagem de passivos”, afirma.
Ela ressalta que, apesar da queda da taxa básica de juros (Selic), o custo do crédito continua elevado. “Mesmo com o início do ciclo de queda da Selic, o custo do crédito na ponta segue alto, porque depende também da percepção de risco, dos juros futuros e das condições de funding das instituições financeiras”, diz.
Na prática, isso reduz a capacidade das empresas de reorganizar suas finanças. “Nesse ambiente, muitas empresas encontram mais dificuldade para acessar novas linhas, renegociar dívidas antigas ou alongar prazos, o que faz com que os passivos em atraso se acumulem.”
Além do crescimento no número de empresas inadimplentes, os dados apontam um agravamento qualitativo do problema, com dívidas mais concentradas e persistentes. Em média, cada empresa inadimplente no país acumula cerca de sete pendências.
“Esse nível de inadimplência indica um ciclo mais longo, em que a regularização financeira depende não só de pagamento pontual, mas de uma reorganização mais ampla do passivo e do fluxo de caixa”, aponta Camila Abdelmalack.
Pequenas empresas somam 95% das inadimplentes
O setor de serviços concentra 55,4% das empresas inadimplentes no Brasil, seguido por comércio (32,6%), indústria (8,1%) e setor primário (0,9%). A predominância acompanha o peso do segmento na economia e também sua forte presença entre micro e pequenas empresas, grupo que representa 95,2% dos CNPJs inadimplentes. Nesse contexto, a vulnerabilidade é maior. Com menor acesso a crédito e maior dependência de capital de giro, esses negócios são mais impactados por juros elevados e restrição financeira.
Apesar da leve oscilação recente, a inadimplência segue próxima do maior patamar da série histórica. Para a economista, ainda não há sinais claros de reversão no curto prazo. “Ainda é prematuro falar em um novo ‘normal’, mas o que os dados mostram é que estamos em um ciclo mais prolongado de crédito restritivo”, afirma.
Ela avalia que o cenário deve continuar pressionado. “Não há sinais claros de reversão da inadimplência e ainda é cedo para afirmar que o pior já passou. A tendência é de ajuste lento, condicionado à melhora mais consistente das condições de crédito e do ambiente macroeconômico.”
Ne tem 1,17 milhão de empresas inadimplentes
O Nordeste concentrou 1,17 milhão de empresas inadimplentes em fevereiro de 2026, com 6,03 milhões de dívidas que somam R$ 17,6 bilhões. A Bahia lidera em volume, com 324.175 CNPJs no vermelho, seguida por Pernambuco (211.014) e Ceará (185.396). Esses três estados também concentram os maiores valores absolutos da inadimplência, com R$ 4,23 bilhões, R$ 3,19 bilhões e R$ 2,75 bilhões em dívidas, respectivamente.
O Rio Grande do Norte aparece fora do topo em quantidade, com 90.093 empresas inadimplentes, mas se destaca pela intensidade dos débitos. O estado lidera o Nordeste em dívida média por empresa (R$ 20.215,73), número médio de dívidas por CNPJ (6,1) e ticket médio (R$ 3.337,11). Em valores totais, soma R$ 1,82 bilhão em dívidas, superando estados como Maranhão (R$ 1,75 bilhão) e Paraíba (R$ 1,52 bilhão), mesmo com menor número de empresas inadimplentes.
A diferença entre os estados também aparece nos indicadores médios. Enquanto o RN registra dívida média superior a R$ 20 mil por empresa, Alagoas tem o menor valor da região, com R$ 10.995,59 — quase metade. Pernambuco, por sua vez, se destaca com dívida média de R$ 15.154,48, enquanto o Ceará registra R$ 14.852,95.
No cenário nacional, o Brasil alcançou 8,8 milhões de empresas inadimplentes em fevereiro, com 60,7 milhões de dívidas que totalizam R$ 204,6 bilhões. O Sudeste lidera com 4,89 milhões de CNPJs inadimplentes, seguido pelo Sul (1,49 milhão) e Nordeste. Em um ano, o valor total das dívidas cresceu de R$ 164,2 bilhões para R$ 204,6 bilhões, enquanto a média por empresa chegou a R$ 23,2 mil e o ticket médio a R$ 3.370,5, patamar próximo ao observado no Rio Grande do Norte.
O Partido Liberal (PL) fechou questão de votar contra a indicação do ex-advogado geral das União, Jorge Messias, para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), mas apesar da votação ser secreta, o líder da oposição no Senado, senador Rogério Marinho (PL-RN) disse que a sua posição é pública: “Não temos condição de votar nele. O nosso voto, apesar de ser um voto secreto, está absolutamente e francamente aberto”.
Rogério Marinho opinou no programa “Direto ao ponto” da rádio Jovem Pan News, já na segunda-feira (27), que Jorge Messias “não vai contribuir para melhorar o clima em que o país se encontra e o fato de que o Judiciário precisa de alguma forma, ter um novo olhar, fazer uma provavelmente uma nova mudança da forma como o Judiciário se comporta no país, porque do jeito que está, não está legal para a democracia nem para o equilíbrio entre os Poderes”.
Marinho acha que eleito ministro do STF, Messias “não vai contribuir para distensionar esse clima”, mas o fato é que na sabatina desta quarta-feira (29), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), é a oportunidade de os senadores ouvirem o Jorge Messias candidato, “não aquele que conversou com senadores nos seus gabinetes, não aquele que ao longo dos últimos três anos esteve representando o governo federal na Advocacia-Geral da União, não aquele que na época da Dilma Rousseff era alguém de confiança a ponto de prestar serviços pouco republicanos – de levar uma missiva, uma espécie de carta de seguro para ser aberta no caso da emergência, endereçada a dar então ao presidente Dilma, ao atual presidente Lula, para evitar que ele fosse colhido em alguma situação de fragilidade, mas aquele que vai se expor perante o colegiado, que vai ser inquirido, que vai colocar as posições que, certamente, deverá defender caso seja escolhido o ministro do STF no exercício do alto cargo de magistrado do STF”.
Para Marinho, o Senado não “pode colocar alguém no Supremo que atuou politicamente para censurar adversários do governo e nunca demonstrou a isenção necessária de um magistrado”.
Na avaliação do senador, essa indicação “aprofunda o aparelhamento [do Estado] e ameaça o equilíbrio entre os Poderes”.
O senador potiguar ainda disse que como membro da CCJ, fará perguntas que considera relevantes, mas entende como natural as articulações feitas por Messias: “Esse é um processo em que aqueles que têm afinidade e simpatia com o nome do ministro Jorge Messias procuram os senadores da República e também é absolutamente normal que mesmo aqueles que votem ou que votarão contra a indicação do ministro possam recebê-lo, ouvi-lo, enfim, é um gesto de civilidade”.
“Eu achei que pelo fato de ser líder da oposição e ele tinha 80 outros senadores para visitar, que no nosso caso não valia à pena perder o tempo dele, nem eu, o meu, já que a minha convicção estava formada e o meu voto de uma forma muito clara será contra a sua condução ao STF”.
No entanto, Marinho esclareceu que “em nenhum momento pediu a nenhum outro senador que não o recebesse, acho que é importante, faz parte do processo, e ele está cumprindo o seu papel de buscar convencer, sensibilizar aqueles que irão ser juízes desta decisão na quarta-feira”.
Pessoalmente, Marinho reforçou que “não seria proveitoso para ele ou para mim desperdiçar tempo em uma visita, uma vez que minha convicção já estava estabelecida e meu voto, de forma inequívoca, seria contrário à sua nomeação ao Supremo Tribunal Federal”.
Sabatina
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado promove nesta quarta-feira (29), a partir das 9h, a sabatina de Jorge Messias. O advogado-geral da União foi indicado pela Presidência da República ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Também estão previstas, na mesma sessão, as sabatinas de Margareth Rodrigues Costa, indicada para o cargo de ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e Tarcijany Linhares Aguiar Machado, indicada para a chefia da Defensoria Pública da União (DPU).
Jorge Messias foi indicado pela Presidência da República para ocupar a vaga decorrente da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.
A Constituição prevê que os ministros do Supremo Tribunal Federal podem ser nomeados pelo presidente da República após a aprovação do Senado. A indicação conta com relatório favorável apresentado pelo senador Weverton (PDT-MA).
No relatório, Weverton lembra que Messias é graduado em direito pela Universidade Federal de Pernambuco e é mestre e doutor pela Universidade de Brasília, além de ser professor universitário e autor de livros e artigos jurídicos.
Na carreira pública, atuou como procurador do Banco Central e da Fazenda Nacional, além de ter exercido funções na Casa Civil e no Ministério da Educação. O senador também observa que Messias já foi assessor especial no Senado.
Com manobra na CCJ, governo calcula ter 16 votos favoráveis
O governo calcula ter 16 votos favoráveis à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal) após a articulação de trocas de senadores da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).
Com a dança das cadeiras oficializada na semana passada, o senador Sérgio Moro (PL-PT) foi substituído por Renan Filho (MDB-AL); e Cid Gomes (PSB-CE) deu lugar a Ana Paula Lobato (PSB-MA).
Moro é crítico à indicação, enquanto Cid Gomes ainda não tinha declarado apoio ou oposição. Os dois novos integrantes votarão a favor da indicação de Messias, disseram senadores governistas à reportagem.
O ex-juíz usou as redes sociais para criticar a troca articulada pela base aliada. “Mais uma manobra lamentável do Governo Lula na CCJ do Senado para tentar aprovar o AGU Jorge Messias para o STF. Não impedirão o meu voto contrário no Plenário”, escreveu.
As mudanças dão alguma “gordura” ao governo na Comissão, que antes calculava ter garantido 14 votos – exatamente o necessário para a aprovação.
A sababina do AGU está marcada para quarta-feira (29) na CCJ. As articulações pelo governo têm sido conduzida principalmente pelos líderes no Senado, os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Para reforçar a articulação, o governo também mobilizou ministros. Wellington Dias (Desenvolvimento Social), por exemplo, vai deixar a Esplanada para ajudar na votação de Messias no Senado. Ele deve se afastar do governo na terça-feira (28), véspera da sabatina.
O senador e ex-ministro da Educação Camilo Santana (PT-CE) é outro que foi convocado para fortalecer a base. Outros integrantes da Esplanada atuam junto a governadores para fazer ponte com aqueles senadores que ainda sinalizam dúvidas.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) decidiu manter em execução o contrato da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) para fornecimento de oxigênio medicinal, mas estabeleceu uma série de exigências para garantir segurança aos pacientes e evitar prejuízos aos cofres públicos.
A decisão envolve o contrato com a empresa CR Oxigênio Gases e Equipamentos Ltda e ocorreu em meio a questionamentos levantados em processo que tramita na Corte. Segundo o TCE, suspender o serviço neste momento poderia provocar risco de desabastecimento em unidades hospitalares do Estado. Com isso, o fornecimento foi mantido, mas sob regras mais rígidas de controle e fiscalização.
Decisão estabelece exigências
Entre as determinações, a Sesap deverá separar com clareza os custos operacionais do contrato. A empresa contratada terá que instalar medidores independentes de energia nas usinas geradoras de oxigênio, para evitar que despesas da fornecedora sejam assumidas pelo Estado.
O tribunal também determinou que novos pagamentos só poderão ser feitos mediante comprovação de que esses custos foram descontados ou ressarcidos ao erário. Outra medida imposta foi a proibição de prorrogação do contrato e de novas adesões à ata de registro de preços até o julgamento definitivo do caso.
A decisão também inclui análise sobre a qualidade do oxigênio fornecido. O Conselho Regional de Medicina do RN e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foram chamados para apresentar pareceres técnicos sobre o tema.
Além disso, o TCE informou que fará inspeção em unidade de saúde para verificar a execução do contrato e o cumprimento das normas sanitárias e financeiras. O secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta Câmara, também deverá prestar esclarecimentos no processo. Segundo o tribunal, o objetivo é garantir o abastecimento hospitalar sem abrir mão do controle dos gastos públicos e da segurança dos pacientes.
O 13º Batalhão de Polícia Militar do Rio Grande do Norte, com sede em Currais Novos, alcançou um resultado expressivo no enfrentamento à criminalidade ao cumprir 20 mandados de prisão no período entre 1º de janeiro e 28 de abril de 2026.
A marca representa uma média superior a um mandado cumprido por semana, evidenciando a atuação firme e constante da tropa nas cidades que integram sua área de responsabilidade. O trabalho é resultado de ações estratégicas, intensificação do policiamento e integração com outros órgãos de segurança.
De acordo com informações do batalhão, os números refletem o empenho dos policiais militares no cumprimento de ordens judiciais, contribuindo diretamente para a retirada de foragidos das ruas e o fortalecimento da segurança pública na região do Seridó.
A atuação do 13º BPM reforça o compromisso da Polícia Militar com a ordem, a prevenção de crimes e a resposta rápida às demandas da população, consolidando uma presença cada vez mais efetiva no combate à criminalidade.
O pré-candidato a deputado federal e ex-prefeito de Currais Novos, Odon Júnior (PT), descartou a possibilidade de integrar como vice a chapa encabeçada por Cadu Xavier ao Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Repórter 98, da 98FM Natal.
Odon afirmou que mantém sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados e indicou que a vaga de vice deve ser ocupada por um nome de partido aliado, como forma de ampliar a base política do grupo governista.
“Eu sou pré-candidato a deputado federal e acho que esse é o caminho”, declarou. Segundo ele, a definição faz parte de uma estratégia discutida internamente no campo político ligado ao governo estadual.
Apesar de descartar a composição, Odon manifestou apoio ao projeto liderado por Cadu Xavier e afirmou acreditar na viabilidade eleitoral do nome governista. Ele destacou a experiência do pré-candidato ao governo à frente da Secretaria da Fazenda e o alinhamento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontado como fator relevante para a disputa.
O ex-prefeito também defendeu que a escolha do vice deve considerar o fortalecimento da aliança política. “Se vier um vice de um partido aliado, numa composição que fortaleça ainda mais o nome de Cadu, isso é melhor para o conjunto”, concluiu.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) determinou a suspensão imediata da divulgação de uma pesquisa eleitoral que apontava o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), na liderança da disputa pelo Governo do Estado.
A decisão liminar foi assinada pelo juiz eleitoral Daniel Cabral Mariz Maia, no âmbito de uma representação movida pelo Partido Novo contra o instituto Data Census, responsável pelo levantamento registrado sob o número RN-05562/2026.
De acordo com o magistrado, há indícios de irregularidades que comprometem a confiabilidade da pesquisa. Entre os problemas apontados estão falhas no plano amostral, divergências entre os dados registrados e os efetivamente utilizados, além de inconsistências relacionadas à contratação e à origem dos recursos.
Segundo a decisão, essas falhas afetam a “higidez da pesquisa”, o que justifica a suspensão da sua divulgação até que as inconsistências sejam esclarecidas.
Divergências nos dados e metodologia
Na análise do caso, o juiz destacou que o levantamento apresentou discrepâncias relevantes. Um dos pontos citados foi a diferença no universo de eleitores considerados: enquanto o registro indicava pouco mais de 2 milhões de eleitores, os dados finais apontavam um número superior a 2,6 milhões.
Além disso, a pesquisa incluiu perguntas sobre a disputa presidencial, embora esse item não constasse no registro oficial apresentado à Justiça Eleitoral.
Outro problema identificado foi a forma de identificação dos setores censitários, feita apenas por geocódigos, sem detalhamento conforme a divisão político-administrativa, o que dificulta o controle e a transparência exigidos pela legislação.
Multa diária e risco de penalidades maiores
Com a decisão, o TRE-RN determinou a retirada da pesquisa de qualquer meio de divulgação, incluindo redes sociais, sob pena de multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento.
A penalidade pode ser ampliada com base na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), que prevê sanções mais severas para divulgação de pesquisas irregulares.
A Justiça Eleitoral também destacou que a divulgação de pesquisas pode influenciar a formação da opinião do eleitorado, o que exige cautela e rigor no cumprimento das normas.
Pesquisa do Instituto Exatus divulgada nesta terça-feira 28 apresenta o cenário da disputa pela Presidência da República no Rio Grande do Norte. O levantamento, contratado pelo Grupo Agora RN, traz os dados da pesquisa estimulada — quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança com 46,51% das intenções de voto no estado. Em segundo lugar está o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 33,33%, uma diferença de pouco mais de 13 pontos percentuais.
Veja os resultados:
Presidência da República – Estimulada (RN) Lula (PT): 46,51% Flávio Bolsonaro (PL): 33,33% Renan Santos (Missão): 1,73% Ronaldo Caiado (PSD): 1,58% Romeu Zema (Novo): 0,65% Aldo Rebelo (DC): 0,34% Nenhum: 13,04% Não sabe: 2,82% Dados O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.
Eleições Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República.
No caso das disputas para governador e presidente da República, se nenhum candidato atingir maioria absoluta no primeiro turno (50% + 1 dos votos válidos), haverá um segundo turno em 25 de outubro entre os dois mais votados.
Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. O presidente eleito tomará posse em 5 de janeiro de 2027. Já os governadores eleitos serão empossados em 6 de janeiro de 2027. Deputados estaduais, deputados federais e senadores tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027.
Pesquisa do Instituto Exatus divulgada nesta terça-feira 28 apresenta o cenário estimulado para o Senado Federal no Rio Grande do Norte, considerando a soma da 1ª e 2ª opções de voto — já que cada eleitor pode escolher dois candidatos na disputa. Na pesquisa estimulada, o eleitor recebe uma lista com os nomes dos possíveis candidatos.
O levantamento, contratado pelo Grupo Agora RN, mostra o senador Styvenson Valentim (Podemos) na liderança isolada, com 48,6% das intenções totais. Em segundo lugar, aparece a senadora Zenaide Maia (PSD), com 33,8%. Outros três nomes aparecem com pelo menos dois dígitos: o ex-deputado federal Rafael Motta (PDT), o ativista Coronel Hélio (PL) e a vereadora de Natal Samanda Alves (PDT).
Veja os resultados:
Senado – Estimulada (1ª + 2ª opções) Styvenson Valentim (Podemos): 48,6% Zenaide Maia (PSD): 33,8% Rafael Motta (PDT): 18,7% Coronel Hélio (PL): 15,3% Samanda Alves (PT): 12,6% Sandro Pimentel (PSOL): 3,2% Jean Paul Prates (PDT): 1,9% Rosália Fernandes (PSTU): 1,9% Luciana Lima (PSTU): 0,6% Nenhum: 36,4% Não sabe: 27,1%
Dados O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.
Eleições Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República.
No caso das disputas para governador e presidente da República, se nenhum candidato atingir maioria absoluta no primeiro turno (50% + 1 dos votos válidos), haverá um segundo turno em 25 de outubro entre os dois mais votados.
Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. O presidente eleito tomará posse em 5 de janeiro de 2027. Já os governadores eleitos serão empossados em 6 de janeiro de 2027. Deputados estaduais, deputados federais e senadores tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027.
Pesquisa do Instituto Exatus divulgada nesta terça-feira 28 traz os números atualizados da corrida eleitoral no Rio Grande do Norte. O levantamento, contratado pelo Grupo Agora RN, apresenta as intenções de voto para as disputas do Governo do Estado, do Senado e da Presidência da República.
Na corrida para o Governo do RN, a pesquisa estimulada (quando os nomes dos possíveis candidatos são apresentados) traz os seguintes números:
Governo do RN – Estimulada Allyson Bezerra (União): 37,29% Álvaro Dias (PL): 24,91% Cadu Xavier (PT): 10,74% Robério Paulino (Psol): 2,03% Dário Barbosa (PSTU): 0,68% Nenhum: 15,35% Não sabe: 9% Os dados indicam que, se as eleições fossem hoje, o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União) iria ao segundo turno contra o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL). No limite da margem de erro, porém, Allyson poderia vencer a disputa no primeiro turno.
Dados O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN – que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.
Eleições Em 2026, o primeiro turno das eleições acontecerá no dia 4 de outubro (um domingo). Os eleitores vão às urnas para eleger deputados estaduais (24 no RN), deputados federais (8 no RN), senadores (2 por estado), governadores (1 por estado) e presidente da República.
No caso das disputas para governador e presidente da República, se nenhum candidato atingir maioria absoluta no primeiro turno (50% + 1 dos votos válidos), haverá um segundo turno em 25 de outubro entre os dois mais votados.
Os mandatos dos eleitos terão duração de quatro anos, exceto os dos senadores, que vão durar oito anos. O presidente eleito tomará posse em 5 de janeiro de 2027. Já os governadores eleitos serão empossados em 6 de janeiro de 2027. Deputados estaduais, deputados federais e senadores tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027.
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta terça-feira (28) tornar o pastor Silas Malafaia réu por injuriar o Alto Comando do Exército.
Os ministros analisaram em sessão presencial a denúncia oferecida pela PGR (Procuradoria-Geral da República) que acusava o pastor de calúnia e injúria.
O ministro Alexandre de Moraes e o ministro Flávio Dino votaram para receber a denúncia de forma integral.
Durante a discussão, porém, o ministro Cristiano Zanin apresentou divergência e votou para receber a denúncia de forma parcial.
Em voto, o ministro afirmou que a declaração atribuída a Malafaia é reprovável e injuriosa, mas não se enquadra como prática de calúnia.
Ao analisar a acusação, o ministro entendeu que a PGR não demonstrou os elementos exigidos para este crime, já que o tipo “calúnia” pressupõe imputação falsa de um fato definido como crime, dirigida a pessoa determinada, o que não teria ocorrido no caso.
Para Zanin, a manifestação teve caráter genérico, tanto em relação aos integrantes do alto comando do Exército quanto à descrição de um fato específico que pudesse ser tipificado como crime.
Por outro lado, Zanin considerou presentes os requisitos para o prosseguimento da acusação por injúria.
Com os mesmos argumentos, a ministra Cármen Lúcia acompanhou integralmente a divergência de Zanin.
Diante do empate, o resultado, conforme estabelece o Regimento Interno do STF, deve ser o mais favorável ao réu. Por isso, o crime de calúnia foi desconsiderado e Malafaia responderá apenas por injúria.
Um esgoto estourado na Rua Josué Alberto Simões, no bairro Paizinho Maria, nas proximidades de uma churrascaria, tem causado transtornos e preocupação entre os moradores da área.
A situação, além do mau cheiro e do risco à saúde pública, tem afetado diretamente o dia a dia de quem passa pelo local, especialmente estudantes. Na manhã desta terça-feira, um morador relatou um cenário preocupante ao deixar a esposa na escola.
“Fiquei triste ao ver crianças paradas, olhando e tentando planejar como iam passar pelo esgoto”, contou.
O problema tem chamado a atenção da população, que cobra uma solução urgente por parte das autoridades competentes. A presença de esgoto a céu aberto representa risco de doenças e evidencia a necessidade de manutenção na rede de saneamento.
Projeto impulsionado pela Prefeitura Municipal incentiva sustentabilidade, geração de renda e apoio técnico aos produtores rurais
A Prefeitura de Currais Novos tem intensificado ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar, com destaque para o plantio de algodão no município. A iniciativa busca promover sustentabilidade e geração de renda, incentivando homens e mulheres do campo por meio de políticas públicas que garantem suporte completo ao produtor rural.
Com um papel fundamental no desenvolvimento rural, a gestão municipal oferece transporte, orientação técnica, acompanhamento contínuo e apoio à produção. O projeto conta ainda com a parceria de instituições como SEBRAE, Instituto Riachuelo, Fundação Banco do Brasil e EMBRAPA, responsável pela distribuição de uma variedade de algodão mais resistente à seca e a pragas, ideal para as condições da região.
Na comunidade Trangola, a família da senhora Venir Teófilo aderiu ao projeto e já colhe os primeiros resultados positivos. Durante visita a propriedade, o técnico agrícola da Secretaria Municipal de Agricultura, Matheus Soares, destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento da agricultura local.
“O plantio do algodão representa uma grande oportunidade para os agricultores familiares de Currais Novos. É uma cultura adaptada à nossa realidade, com boa resistência e potencial de geração de renda. Nosso trabalho é garantir que o produtor tenha todo o suporte necessário, desde o preparo do solo até a colheita, fortalecendo a produção sustentável no município”, afirmou Matheus Soares.
Para os produtores e produtoras rurais interessados em participar do projeto e aproveitar as oportunidades oferecidas, a Prefeitura de Currais Novos orienta que procurem a Secretaria Municipal de Agricultura, onde poderão obter mais informações, realizar o cadastro e receber todo o suporte necessário para iniciar o cultivo.
Pesquisa do instituto Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira, 28, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera no primeiro turno e tem empates técnicos com o senador Flávio Bolsonaro (PL) e com o ex-governador Romeu Zema (Novo) no segundo turno.
De acordo com o levantamento, no primeiro turno, Lula tem 46,6% das intenções de voto e Flávio possui 39,7%. O empresário Renan Santos (Missão) possui 5,3% e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (União) aparece com 3,3%. Como a margem de erro é de um ponto porcentual, Caiado e Renan estão empatados.
Em comparação com a pesquisa anterior, houve apenas alterações na margem de erro. Lula oscilou positivamente 0,7 ponto porcentual, enquanto Flávio variou negativamente 0,4 ponto porcentual. Já Renan Santos oscilou positivamente 0,9 ponto porcentual.
Zema aparece com 3,1% e o escritor Augusto Cury (Avante) surge com 1,1%. O ex-governador está empatado tanto com Caiado quanto com Cury. Também empatado com o presidenciável do Avante está o ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (DC), que tem 0,3% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 0,5% e 0,1% está indeciso.
Em um cenário ampliado com todos os 13 pré-candidatos hoje citados na corrida eleitoral, Lula tem 44,2% e Flávio, 39,3% das intenções de voto. Em seguida, aparecem Renan (5,1%), Zema (3,5%) e Caiado (3,0%). Há um empate entre Renan e Zema e entre os ex-governadores de Minas Gerais e Goiás.
Também empatados estão a dentista Samara Martins (UP), que tem 2%, o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que aparece com 1,3%, Aldo Rebelo, com 0,4%, Augusto Cury, com 0,4%, e o economista Edmilson Costa (PCB), com 0,2% das intenções de voto.
O professor Hertz Dias (PSTU), o ex-deputado federal Cabo Daciolo (Mobiliza) e o jornalista Rui Costa Pimenta (PCO) não pontuaram. Brancos e nulos somam 0,2% e 0,2% estão indecisos.
A Atlas/Bloomberg também simulou um cenário em que o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) substitui Lula. Nesta hipótese, Haddad tem 40,5% e está empatado no limite da margem de erro com Flávio Bolsonaro, que possui 39,2%.
Em seguida, aparecem empatados Renan (5,8%), Zema (3,8%) e Caiado (3,6%). Renan e Zema estão empatados. O ex-governador mineiro também empata com o ex-governador de Goiás. Cury possui 1,3% e empata com Aldo Rebelo, que pontua com 0,5%. Indecisos somam 0,5% e outros 4,8% pretendem votar em branco ou nulo.
Segundo turno tem disputas acirradas
O levantamento mostra um empate técnico entre Lula e Flávio no cenário em que os dois disputam um segundo turno. O senador tem 47,8% das intenções de voto e o presidente, 47,5%. Os que estão indecisos ou pretendem votar em branco ou nulo somam 4,7%.
Em comparação com a pesquisa anterior da Atlas/Bloomberg, publicada em março, Flávio oscilou positivamente 0,2 ponto porcentual, enquanto Lula variou 0,9 ponto porcentual para cima
Outro empate ocorre se Lula enfrentar Zema. O presidente teria 47,4% das intenções de voto, contra 46,5% do mineiro. Indecisos e os que pretendem votar em branco ou nulo somam 6,1%. Neste caso, em relação ao último levantamento, a distância entre os dois caiu de 2,9 pontos porcentuais para 0,9 pontos.
Lula venceria um hipotético segundo turno contra Caiado. O petista possui 46,8%, ante 42,2% das intenções de voto do ex-governador de Goiás. Indecisos ou os que pretendem votar em branco ou nulo somam 11%.
Pela primeira vez, há uma simulação de segundo turno entre Lula e Renan Santos. Neste cenário, o presidente venceria com 47,1% das intenções de voto, contra 29,5% do fundador do Movimento Brasil Livre (MBL). Indecisos e os que votariam em branco ou nulo somam 23,5%.
O instituto entrevistou 5.008 eleitores pela internet entre os dias 22 e 27 de abril. A margem de erro é de um ponto porcentual para mais ou para menos. A metodologia utilizada foi o recrutamento digital aleatório. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07992/2026.