Polícia Militar conduz três adolescentes suspeitos de tentativa de assalto na zona rural de Currais Novos

Postado em 3 de novembro de 2026

Policiais militares do 13º Batalhão da Polícia Militar (13º BPM), de Currais Novos, conduziram três adolescentes à Delegacia de Polícia nesta terça-feira (3), suspeitos de envolvimento em uma tentativa de assalto na zona rural do município, na localidade de Machinaré.

De acordo com as informações, os suspeitos teriam ameaçado um homem que reside na zona rural e tentado tomar sua motocicleta. A ação rápida da Polícia Militar resultou na localização e condução dos três adolescentes à delegacia.

Eles estavam em outra motocicleta, que também foi apreendida e deverá passar por verificação policial para identificar se possui registro de furto ou roubo.

O caso ficará sob responsabilidade da Polícia Civil, que deverá adotar os procedimentos cabíveis, conforme prevê a legislação para atos infracionais envolvendo adolescentes.

repórter seridô

Grupo Stella Fernandes expande atuação e agora está em Natal com novos serviços de saúde

Postado em 3 de novembro de 2026

O Grupo Stella Fernandes está ampliando sua atuação e abre mais uma filial na capital do estado. A empresa, já conhecida pelos serviços de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), passa a oferecer novas opções de atendimento na área da saúde na capital potiguar.

A expansão inclui a abertura de uma nova unidade na Avenida Nascimento de Castro e a modernização da unidade localizada na Avenida São José. Com isso, o grupo passa a disponibilizar em Natal os mesmos serviços já conhecidos pelos clientes do interior do Rio Grande do Norte.

Entre as opções oferecidas estão odontologia, terapias, exames e diversos outros serviços de saúde, ampliando as possibilidades de atendimento para a população.

Unidades em Natal

A empresa conta com duas unidades na capital potiguar:

Unidade 03: Avenida São José.

Unidade 04: Avenida Nascimento de Castro.

Unidades em Currais Novos

Em Currais Novos, o Grupo Stella Fernandes também mantém suas unidades de atendimento:

Matriz: Avenida Teotônio Freire, nº 589, Centro, Currais Novos/RN.

Filial: Avenida Coronel José Bezerra, Currais Novos/RN.

Agendamentos e informações

Os agendamentos podem ser realizados pelo telefone e WhatsApp (84) 99954-8782 ou pelo site stellafernades.com.br.

Com a expansão para Natal, o Grupo Stella Fernandes fortalece sua presença no Rio Grande do Norte e amplia o acesso dos clientes a diferentes serviços de saúde.

RN registra 3,8 mil amputações em quatro anos e endocrinologistas reforçam alerta sobre diabetes

Postado em 3 de novembro de 2026

O Rio Grande do Norte registrou 3.870 amputações nos últimos quatro anos, conforme dados da Plataforma Regula Vascular, da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN). Os números acendem um alerta sobre a gravidade das complicações associadas ao diabetes e reforçam a importância do diagnóstico precoce, do tratamento adequado e do acompanhamento contínuo.

Do total registrado, foram 1.865 amputações de dedos, 11 de mão e punho, 1.396 de membros inferiores e 598 de pé e tarso. Os dados evidenciam o impacto que as complicações vasculares e metabólicas podem provocar na vida das pessoas que convivem com o diabetes.

A doença está entre os principais desafios de saúde pública no Brasil, atingindo mais de 16 milhões de pessoas, aproximadamente 7% da população. Quando não diagnosticada ou controlada adequadamente, pode provocar consequências graves, como doenças cardiovasculares, nefropatia diabética (doença renal secundária ao diabetes), problemas de visão, alterações neurológicas e lesões que podem evoluir para amputações. Também está associada ao aumento do risco de morte prematura.

Entre as complicações que merecem atenção estão a retinopatia diabética, uma das principais causas de cegueira na população, especialmente entre adultos em idade produtiva, e a doença renal do diabetes. No Brasil, o diabetes é a segunda principal causa de insuficiência renal que exige terapia de substituição renal, incluindo a diálise, responsável por aproximadamente 32% dos casos.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Rio Grande do Norte (SBEM-RN) intensifica, durante o mês de novembro, uma ampla mobilização de conscientização sobre o diabetes, destacando a importância da informação, da prevenção, do diagnóstico e do acesso ao tratamento.

O acompanhamento das pessoas com diabetes pode ser realizado gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), que também disponibiliza medicamentos e insumos para medição e controle da glicemia, fundamentais para o tratamento.

Para a endocrinologista Dra. Anna Karina, presidente da SBEM-RN, é fundamental ampliar o conhecimento da população sobre a doença e estimular a busca pelo diagnóstico e pelo acompanhamento médico.

“Nosso objetivo é alertar a população para o diagnóstico precoce e o controle adequado do diabetes, evitando complicações que podem ser graves e até fatais. Os números de amputações no nosso estado são preocupantes e mostram como precisamos fortalecer a conscientização. O controle adequado da doença sob orientação médica, de preferência do endocrinologista, aliado a um acompanhamento multidisciplinar com nutricionista, cardiologista , nefrologista, oftalmologista e angiologista possibilita um tratamento integral do diabetes que é uma doença multisistêmica, ou seja atinge vários órgãos e sistemas”, conclui.

Seca já atinge 86% do RN, e El Niño pode agravar situação nos próximos meses

Postado em 3 de novembro de 2026

A seca já atinge 86% do território do Rio Grande do Norte, segundo os dados mais recentes do Monitor de Secas, coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Em agosto, o percentual era de 79%.

Além do aumento da área afetada, houve agravamento da intensidade do fenômeno: a parcela do Estado classificada em seca moderada passou de 25% para 61% entre agosto e setembro. O cenário amplia a preocupação com os efeitos do El Niño, que deverá ganhar força nos próximos meses e pode reduzir as chuvas em áreas do Nordeste.

Os números estaduais foram divulgados pela ANA em 19 de outubro. Segundo a agência, a extensão da seca no RN alcançou o maior percentual desde março deste ano, quando 93% do território apresentavam algum grau de estiagem. Já a intensidade registrada em setembro foi a maior desde abril de 2026.

O avanço ocorreu em um período de agravamento das condições climáticas em diferentes estados nordestinos. Entre agosto e setembro, a seca se intensificou em 14 unidades da Federação, incluindo o Rio Grande do Norte. No Nordeste, 96% do território apresentava algum grau de seca em setembro, o maior percentual entre as regiões brasileiras.

A preocupação aumentou com a divulgação, na última quinta-feira 29, de um novo boletim do Painel El Niño 2026-2027, elaborado por sete órgãos federais, entre eles o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a ANA e o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

O documento indica que o El Niño deverá atingir intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, com possibilidade de figurar entre os episódios mais intensos registrados desde 1950. A previsão é de permanência do fenômeno pelo menos até o primeiro trimestre do próximo ano.

Agravamento da estiagem
O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, fenômeno que altera a circulação atmosférica e interfere na distribuição das chuvas em diferentes regiões do planeta.

No Brasil, seus efeitos costumam variar conforme a região. Enquanto o Sul apresenta maior probabilidade de chuvas acima da média, partes do Norte e do Nordeste podem enfrentar precipitações inferiores aos padrões históricos.

Para o trimestre de novembro a janeiro, os modelos climáticos indicam maior probabilidade de chuvas abaixo da média em áreas nordestinas. A previsão também aponta temperaturas superiores aos valores habituais em grande parte do território nacional.

O agravamento da seca já aparece nos indicadores nacionais. Segundo dados parciais de outubro do Cemaden, o número de municípios brasileiros classificados em seca extrema passou de quatro, em agosto, para 68. Na categoria de seca severa, a quantidade aumentou de 153 para 232 municípios.

agora rn

Rogério quer voto aberto da direita para derrotar Alcolumbre no Senado

Postado em 3 de novembro de 2026

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), pretende defender que os parlamentares de direita anunciem publicamente seus votos na eleição para a presidência da Casa, marcada para 1º de fevereiro de 2027. A proposta busca impedir que senadores eleitos com apoio do bolsonarismo apoiem, sob o sigilo da votação, a reeleição do atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

“Vou defender. É difícil justificar em público o voto no Alcolumbre, né?”, afirmou Marinho, ao confirmar a intenção de apresentar a proposta.

A estratégia será discutida pela bancada do PL em reunião prevista para quarta-feira 4. O encontro deverá definir o posicionamento do partido na disputa e pode resultar no lançamento da candidatura de Marinho à presidência do Senado. Outra parlamentar de direita interessada no cargo é Tereza Cristina (PP-MS).

A eleição é realizada por votação secreta, mecanismo que Alcolumbre considera favorável à sua tentativa de permanecer no comando da Casa. O presidente do Senado mantém relações pessoais e políticas com parlamentares de diferentes legendas e trabalha para conquistar votos inclusive entre integrantes dos partidos de oposição.

A possibilidade de uma candidatura própria divide o PL. Parte da bancada defende uma aproximação com Alcolumbre após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na eleição presidencial, argumentando que um confronto poderia deixar o partido novamente afastado dos principais cargos do Senado. Outra ala considera que o crescimento da direita nas eleições criou condições para derrotar o atual presidente.

A nova composição do Senado favorece numericamente os partidos conservadores. O PL terá 29 parlamentares, enquanto o Novo contará com outros três. Republicanos, PP, Podemos e PSDB reunirão mais 15 senadores, boa parte deles eleita com apoio de lideranças bolsonaristas. A eleição para a presidência exige maioria absoluta, correspondente a 41 dos 81 votos.

Tanto Marinho quanto Alcolumbre afirmam contar com o apoio de 48 senadores. Como as duas projeções superam, juntas, o número de integrantes da Casa, há parlamentares incluídos simultaneamente nas contas dos dois grupos.

Além de Rogério Marinho, a bancada do Rio Grande do Norte no Senado terá, a partir de 2027, o início do novo mandato de Styvenson Valentim (Podemos) e a estreia de Samanda Alves (PT). Os dois foram eleitos no pleito de outubro. Até agora, nenhum dos dois revelou intenção de voto na disputa para a presidência da Casa.

Espera-se uma aproximação de Samanda com Alcolumbre, por causa do apoio já anunciado da bancada do PT. A incógnita maior é Styvenson. Ele também é próximo do atual presidente da Casa, mas foi reeleito em 2026 com apoio do PL no RN.

Pressão sobre parlamentares
A defesa da divulgação dos votos está relacionada ao discurso adotado pelos candidatos de direita durante a campanha eleitoral. Muitos deles foram eleitos com críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e promessas de pressionar pela abertura de processos de impeachment contra ministros da Corte.

Alcolumbre, por sua vez, resiste a dar andamento a esses pedidos. A posição provocou desgaste com o eleitorado bolsonarista e tornou politicamente difícil, para determinados senadores, justificar um eventual apoio à sua reeleição.

A intenção dos aliados de Marinho é explorar essa contradição. Embora a votação permaneça formalmente secreta, os parlamentares poderiam declarar suas escolhas e mostrar suas cédulas antes de depositá-las na urna. A exposição pública serviria como instrumento de pressão contra possíveis dissidências.

A iniciativa tem precedente na própria trajetória de Alcolumbre. Em 2019, quando disputou pela primeira vez a presidência do Senado, ele defendeu a votação aberta para enfraquecer a candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL).

Na ocasião, Alcolumbre contava com o apoio do então presidente Jair Bolsonaro (PL) e procurava aproveitar a chegada de novos senadores eleitos sob um discurso de renovação política. A tentativa de tornar a votação aberta foi barrada por uma decisão liminar do ministro Dias Toffoli, do STF, durante a madrugada.

Mesmo com a decisão judicial, alguns parlamentares anunciaram voluntariamente seus votos e exibiram as cédulas antes de colocá-las na urna. Agora, aliados de Alcolumbre na direita poderão enfrentar situação semelhante àquela vivida pelos apoiadores de Renan.

Candidatura provoca divergências
Na terça-feira 27 de outubro, a federação formada por União Brasil e PP anunciou apoio à candidatura de Alcolumbre à reeleição. A manifestação, entretanto, não representou uma adesão pública de todos os integrantes das duas legendas.

A maioria dos senadores e dos parlamentares eleitos pelos partidos não declarou apoio ao atual presidente. Tereza Cristina e Guilherme Derrite (PP-SP), por exemplo, criticaram o anúncio nas redes sociais.

O histórico recente do PL também influencia a discussão. Em 2023, Rogério Marinho concorreu à presidência do Senado contra Rodrigo Pacheco (PSB-MG), então candidato à reeleição. Pacheco venceu por 49 votos a 32.

A derrota teve consequências para a participação do PL na estrutura de comando do Legislativo. Durante os dois anos seguintes, o partido ficou sem a presidência de comissões consideradas estratégicas e sem representação na Mesa Diretora.

Em 2025, a legenda mudou de posição e apoiou Alcolumbre, em uma negociação que lhe garantiu espaços de maior relevância, incluindo a vice-presidência do Senado.

A aliança, porém, sofreu desgaste durante a atual gestão. Parlamentares bolsonaristas avaliam que Alcolumbre deu mais atenção às demandas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que às prioridades da oposição.

Uma das principais reclamações envolve a discussão sobre a anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A direita acusa o presidente do Senado de enfraquecer a articulação pela medida e favorecer uma alternativa de redução das penas, que ainda não havia sido concretizada.

A resistência de Alcolumbre à abertura de processos de impeachment contra ministros do STF também alimenta as críticas. O assunto ganhou importância na campanha eleitoral e passou a ser apresentado por candidatos bolsonaristas como uma das prioridades da próxima legislatura.

Outro episódio apontado pela oposição ocorreu durante a disputa presidencial deste ano. Alcolumbre colocou em votação a proposta de emenda à Constituição que encerrou a escala de trabalho de seis dias de serviço para um de descanso, conhecida como jornada 6×1. A medida era uma das principais bandeiras de Lula e contribuiu para fortalecer sua campanha no segundo turno.

Diante desse histórico, Marinho pretende transformar o posicionamento dos senadores em relação a Alcolumbre em um compromisso público. O resultado dependerá da capacidade do PL de unificar a bancada e atrair integrantes de outras legendas, especialmente aquelas que elegeram parlamentares com apoio do bolsonarismo, mas mantêm relações políticas com o atual presidente do Senado.

agora rn

Flávio pede ao STF devolução de passaportes, fim de restrições de viagem e anulação de decisões de Moraes

Postado em 3 de novembro de 2026

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a entrega dos passaportes do parlamentar e o proibiu de deixar o país. O recurso é um agravo regimental, no qual os advogados pedem que Moraes reconsidere as medidas cautelares.

Se o ministro mantiver a decisão, a defesa quer que o caso seja analisado pela Primeira Turma da Corte. Os advogados também pedem que a investigação sobre Flávio e o advogado Willer Tomaz seja transferida ao ministro André Mendonça. A informação é do Metrópoles.

A defesa solicita ainda o reconhecimento do impedimento ou da suspeição de Moraes para atuar no caso. Segundo os advogados, as restrições foram impostas com base em informações que não demonstram participação do senador em atividades ilícitas.

Os advogados citam informação do Banco Santander de que Flávio não era titular, cotitular ou usuário das contas de empresas do grupo Alcazar, ligadas a Willer. Segundo a defesa, a resposta do banco estava nos autos mais de 10 horas antes de a Polícia Federal (PF) pedir as medidas.

A defesa afirma que a resposta não foi considerada na representação da PF nem na decisão de Moraes. A decisão foi proferida no domingo (25/10), dia em que Flávio perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o segundo turno da eleição presidencial.

Os advogados também contestam o uso de declarações do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), irmão do senador, para justificar o risco de fuga. No recurso, pedem a revogação da proibição de contato com Willer.

A defesa pede ainda o restabelecimento da validade dos passaportes brasileiros e a retirada das restrições migratórias. Em outra petição, enviada ao presidente do STF, Edson Fachin, os advogados alegam que Moraes não deveria conduzir o caso.

Eles apontam possíveis conflitos de interesse ligados ao escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, e à empresa Fraction 024, citada nas investigações. Flávio e Willer são investigados por suspeita de lavagem de dinheiro em suposto esquema com empresas do advogado e apostas esportivas; os pedidos tramitam sob sigilo e ainda não foram analisados por Moraes e Fachin.

98fm

STF pode reduzir pena de Bolsonaro para dois anos e quatro meses

Postado em 3 de novembro de 2026

A proposta de dosimetria aprovada pelo Congresso Nacional pode reduzir o tempo de prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro para cerca de dois anos e quatro meses, caso seja considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A estimativa foi apresentada por advogados, especialistas e parlamentares que acompanham o tema, conforme apuração do analista de Política da CNN Matheus Teixeira.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Com a eventual validação da nova legislação, as penas precisariam ser recalculadas individualmente, conforme as regras previstas no texto aprovado pelo Congresso.

Como funcionaria o recálculo da pena?

Caso o STF considere a dosimetria constitucional, o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro, deverá recalcular as penas dos condenados. A medida também poderá alcançar generais, delegados e outros envolvidos nos processos.

Depois da revisão, o resultado deverá ser submetido ao plenário do STF ou à Primeira Turma, responsável pela decisão final sobre as novas penas.

Os cálculos apresentados consideram fatores que podem reduzir o tempo de cumprimento da condenação, além das regras de progressão de regime. Pela estimativa divulgada, Bolsonaro poderia alcançar a liberdade parcial no fim de 2027 ou no início de 2028, caso a proposta seja validada.

STF ainda não marcou julgamento

Até o momento, o Supremo não definiu uma data para analisar a constitucionalidade da dosimetria. A decisão dos ministros será determinante para estabelecer se as novas regras poderão ser aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Se o STF considerar a medida inconstitucional, a legislação será derrubada e as penas originais serão mantidas.

Discussão também envolve cenário político no Senado

A discussão ocorre em meio às articulações políticas no Senado Federal. A expectativa de uma bancada de pelo menos 30 senadores alinhados ao bolsonarismo pode influenciar as negociações envolvendo o Supremo, já que o Senado tem atribuições de fiscalização sobre a Corte.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também precisa articular apoio de diferentes grupos políticos para uma eventual reeleição ao comando da Casa. Esse cenário pode ampliar as negociações em torno da proposta de dosimetria.

Aprovação de Trump segue próxima do mínimo histórico às vésperas de eleições nos EUA

Postado em 3 de novembro de 2026

O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, permaneceu próximo do menor patamar de seu mandato, segundo pesquisa Reuters/Ipsos concluída nesta segunda-feira (2). O levantamento também aponta que parte significativa do eleitorado pretende usar o voto nas eleições legislativas desta terça-feira (3) como forma de manifestar oposição ao presidente republicano.

A pesquisa indica que 46% dos eleitores registrados pretendem votar em candidatos do Partido Democrata para o Congresso, enquanto 38% preferem os republicanos. A diferença de oito pontos percentuais representa uma redução em relação ao levantamento da semana anterior, quando os democratas tinham vantagem de 11 pontos.

Esse tipo de consulta, conhecido como voto genérico, mede a preferência nacional dos eleitores pelos partidos na disputa pelo Congresso. O resultado, porém, não representa necessariamente o cenário das disputas individuais por vagas na Câmara e no Senado, que são definidas estado por estado e distrito por distrito.

A aprovação do governo Trump ficou em 32%, mesmo percentual registrado na semana anterior. O índice está próximo do menor nível da série recente da pesquisa, de 31%, registrado duas semanas antes.

Entre os eleitores independentes, 50% afirmaram que pretendem votar nas eleições legislativas como forma de se posicionar contra Trump. Outros 13% disseram que o voto representa apoio ao presidente, enquanto 33% afirmaram que ele não influencia sua decisão.

O levantamento ouviu 1.765 adultos norte-americanos pela internet e tem margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi realizada ao longo de cinco dias e concluída na véspera das eleições legislativas.

98fm

84,2 milhões de brasileiros acumulam dívidas de quase R$600 bilhões

Postado em 3 de novembro de 2026

O número de pessoas com o nome negativado no Brasil chegou a 84,2 milhões em setembro, o maior nível já registrado na série histórica da Serasa, segundo o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas divulgado nesta segunda-feira (2). Em agosto, o contingente era de 83,9 milhões.

Desde 2020, a inadimplência avançou 34,17%. Na comparação anual (setembro de 2025 a setembro de 2026), o crescimento foi de 6%. O volume total das dívidas com o sistema financeiro nacional somou R$ 597,4 bilhões, alta de 0,90% em relação ao mês anterior. A dívida média por pessoa ficou em R$ 7.093,83 — o equivalente a cerca de 4,4 salários mínimos (R$ 1.621).
Bancos e cartões de crédito continuam liderando a composição das dívidas, com 27,16% do total. Uma mudança inédita no ranking foi a ascensão das financeiras ao segundo lugar (20,66%), ultrapassando pela primeira vez as contas básicas de luz, água e gás, que agora ocupam a terceira posição (20,32%).

No perfil dos endividados, as mulheres representam 50,5% do total e os homens, 49,5%. Por faixa etária, o maior grupo está entre 41 e 60 anos (35,7%), seguido de 26 a 40 anos (33,2%), acima de 60 anos (20,1%) e jovens de 18 a 25 anos (11%).

Diante do cenário, a Serasa inicia nesta terça-feira (3) o Feirão Limpa Nome, que vai até 6 de dezembro. A ação conta com 3,3 mil empresas parceiras e mais de 750 milhões de ofertas de renegociação — volume 14% superior ao do mesmo período do ano passado. Há descontos de até 99% e, em dívidas elegíveis, a possibilidade de limpar o nome na hora após o pagamento via Pix. A negociação online funciona todos os dias, inclusive fins de semana e feriados.

Os canais oficiais são o site e o aplicativo da Serasa, o WhatsApp (11) 99575-2096 e mais de 7 mil agências dos Correios (sem cobrança de taxa até o fim do feirão). Basta apresentar documento oficial com foto para atendimento presencial. Na última edição, foram fechados mais de 10,2 milhões de acordos no país.

“Os mutirões de renegociação de dívidas são cada vez mais importantes: ajudam a conter esse avanço e, junto com ações de educação financeira, a evitar que as pessoas voltem a ficar inadimplentes”, afirmou Aline Maciel, do Serasa.

A informação é do Diário do Poder.

Nova carteira de identidade já pode ser solicitada pelo celular; veja como

Postado em 3 de novembro de 2026

Os brasileiros já podem iniciar pelo celular a solicitação da nova CIN (Carteira de Identidade Nacional), que substitui o antigo RG. O processo varia entre os estados e, em alguns deles, é possível receber o documento em casa, através dos Correios.

O documento estabelece o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) como número único de identificação em todo o país, tanto na versão física quanto na digital.

Segundo o Governo Federal, a CIN conta com mecanismos de segurança, como QR Code, e segue padrões internacionais visando unificar, modernizar e aumentar a segurança dos documentos de identidade, dificultando fraudes e ampliando a confiabilidade da identificação civil.

A partir de 2032, a CIN será o documento de identidade padrão em todo o território nacional, de acordo com a Lei nº 14.534, de 11 de janeiro de 2023. Até 28 de fevereiro daquele ano, o RG no modelo antigo continua válido.

Como fazer a solicitação da CIN

Embora a CIN siga um modelo nacional, o agendamento, as etapas de solicitação, o atendimento presencial e a entrega variam de acordo com cada unidade da Federação. A primeira via do documento físico é gratuita em todo o país.

A emissão do documento pode ser solicitado pela internet ou presencialmente, conforme o procedimento adotado pelo governo estadual. Em grande parte do país, o cidadão consegue fazer o agendamento online, mas precisa comparecer a um posto de identificação para apresentar os documentos e realizar a coleta da fotografia, das digitais e da assinatura.

Pela internet, o cidadão deve acessar o portal do órgão de identificação do estado ou o sistema de atendimento indicado pelo governo estadual. É necessário preencher os dados pessoais, escolher uma unidade, selecionar data e horário e confirmar o agendamento.

Já presencialmente, o interessado deve comparecer ao posto de identificação, Instituto de Identificação, Polícia Civil, Poupatempo ou unidade de atendimento indicada pelo estado. Para o agendamento, é necessário apresentar a documentação exigida e realizar a coleta biométrica e a fotografia.

Entre os principais documentos exigidos estão certidão de nascimento, para solteiros, ou certidão de casamento, para casados, divorciados ou viúvos; CPF regularizado e comprovante de residência atualizado, quando exigido pelo órgão estadual.

O Governo Federal mantém uma página com os links oficiais de agendamento dos 26 estados e do Distrito Federal. Para saber como funciona em cada região, acesse aqui.

Quais estados entregam a CIN em casa?

Em alguns estados, além da retirada presencial, o cidadão pode optar por receber o documento no endereço informado durante a solicitação. Até o momento, três estados divulgaram a entrega da CIN por meio dos Correios:

  • Minas Gerais: a entrega é feita pelos Correios no endereço informado durante o atendimento, em até 15 dias úteis. São realizadas até três tentativas de entrega;
  • Rio de Janeiro: o cidadão pode optar pelo recebimento em casa pelos Correios, sem custo adicional, ou pela retirada presencial;
  • São Paulo: o envio pelos Correios é opcional e pode ser solicitado pelo cidadão em vez da retirada na unidade do Poupatempo. Há cobrança de taxa de entrega.

Validade

A substituição do RG pela CIN está sendo feita de forma gradual, permitindo que os cidadãos atualizem o documento sem necessidade de troca imediata e evitando uma sobrecarga nos sistemas de emissão.

Segundo a legislação vigente, os prazos de validade da nova CIN variam conforme a faixa etária do titular. As regras são:

  • Cinco anos: para crianças de até 11 anos;
  • Dez anos: para pessoas com idade entre 12 e 59 anos;
  • Validade indeterminada: para pessoas com 60 anos ou mais.

O prazo começa a contar a partir da data de emissão do documento. A validade diferenciada considera as mudanças físicas e biométricas ao longo da vida, que podem dificultar a identificação do titular.

A informação é da CNN Brasil.

Lula diz que manterá programas sociais e critica “fake news” após reeleição

Postado em 2 de novembro de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo 1º que os programas sociais do governo federal serão mantidos durante o quarto mandato. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele atribuiu à “extrema-direita” a circulação de informações segundo as quais as políticas seriam encerradas após a eleição.

Lula foi reeleito no domingo 25 ao derrotar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. No pronunciamento deste domingo, o presidente disse que pretende cumprir as promessas apresentadas durante a campanha.

“Tudo aquilo que foi prometido na campanha pode ficar certo que vai acontecer”, declarou. Lula também afirmou que o novo governo poderá melhorar programas em funcionamento e criar outras iniciativas.

A manifestação ocorreu depois da circulação de publicações nas redes sociais sobre supostos cortes em políticas federais. Nos últimos dias, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência negou conteúdos segundo os quais o Bolsa Família e o Gás do Povo seriam encerrados.

O governo também classificou como falsas publicações sobre um suposto abandono da proposta de mudança da escala de trabalho 6×1. As informações foram divulgadas pela plataforma oficial Brasil Contra Fake. As declarações do governo, porém, não substituem a necessidade de detalhamento orçamentário e regulamentação das medidas anunciadas para o próximo mandato.

No vídeo, Lula também afirmou que recuperou a voz, depois de ter apresentado rouquidão durante a reta final da campanha. Ele disse que pretende voltar a percorrer o País para agradecer aos eleitores.

O presidente citou mulheres, idosos e jovens que participaram da votação e afirmou que a mobilização teve como objetivo garantir a continuidade da democracia.

“Eu preciso voltar a falar com cada estado brasileiro para agradecer”, disse Lula. Na publicação que acompanha o vídeo, ele escreveu que o governo seguirá “atento e forte”.

Lula recebeu mais de 64 milhões de votos no segundo turno e iniciará o quarto mandato presidencial em 1º de janeiro de 2027.

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Flávio Bolsonaro após fugir do Brasil: ‘Não me arrependo de absolutamente nada do que fiz’

Postado em 2 de novembro de 2026

O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL derrotado à Presidência, afirmou neste domingo (1º), em publicação nas redes sociais, que não se arrepende de nada do que fez. No texto, ele volta a falar sobre a intimação para a entrega do passaporte, ocorrida após visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Não sai do Brasil, sai pelo Brasil! Sonhei com a mudança do nosso país para melhor e, no domingo, apenas sete minutos após o anúncio do resultado das eleições já havia uma decisão judicial com medidas cautelares contra mim, com base em mentiras”, reclamou, completando:

“Doze horas depois e no meio da rua, fui intimado do início da perseguição, ao deixar a casa do presidente Bolsonaro. Tudo diante do olhar lacrimejado de um pai, com comorbidades, que está condenado a mais de 27 anos de prisão – sem ter cometido crime algum – e que já sofre pela distância de outro filho que não vê há mais de um ano e meio, em função da perseguição ilegal e arbitrária que também sofre”.

Flávio afirmou considerar que isso não seria “democracia’ e que estaria “longe de ser um processo judicial justo e imparcial”

“Ao menos estou num país onde posso manifestar livremente minha opinião, não serei alvo de um juiz que acordou com vontade de fazer o mal e enviou a sua polícia à minha casa para revirar as calcinhas das minhas filhas na gaveta”, diz Flávio, que não foi alvo de busca e apreensão.

Flávio disse ter enfrentado um “sistema” que quer que as coisas continuem como estão. “Não me arrependo de absolutamente nada do que fiz e deixo uma reflexão: ‘Não há remédio eficaz no Brasil para cessar violações a Direitos Humanos.’ (Cristiano Zanin, em 7/Ago/2016)”, em referência a uma fala do ministro do STF quando era advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato.

Estadão Conteúdo

Remédio para câncer de pulmão pode evitar avanço da doença por 7 anos

Postado em 2 de novembro de 2026

Um estudo publicado na revista “Annals of Oncology”, da Sociedade Europeia de Oncologia Médica, aponta que o remédio para câncer de pulmão Lorbrena pode evitar o avanço da doença por 7 anos. O medicamento é um comprimido de via oral que deve ser tomado diariamente.

O ensaio clínico internacional “CROWN” avaliou 296 pessoas, com uma idade média de 59 anos, sendo 59% mulheres e 41% homens. Entre os pacientes, 95% tinham adenocarcinoma e não tinham tido tratamento prévio.

Segundo os autores da pesquisa, o resultado é inédito para esse tipo de câncer.

O estudo mostrou que, durante 7 anos, 55% dos pacientes que sobreviveram não tiveram avanço da doença com o uso do Lorbrena. 

A pesquisa também apontou que os pacientes que passaram dos 2 anos sem progressão tiveram 79% de chance de continuar sem progressão ao completar 7 anos de uso.

O ensaio ainda comprovou que, com o uso do remédio, o câncer de pulmão não atingiu o cérebro. O resultado mostrou que não houve novos eventos cerebrais depois dos primeiros 30 meses de tratamento.

Para quem o Lorbrena é indicado?
A Anvisa indica o medicamento para “o tratamento de câncer de pulmão de células não pequenas (CPNPC) avançado, positivo para quinase do linfoma anaplásico (ALK+)”.

A bula do medicamento traz ajustes para quem tem problemas graves no fígado ou nos rins e contraindica o uso com certos remédios.

O remédio foi aprovado pela Anvisa em 2021, e está disponível para compra por cerca de R$ 40 mil reais uma caixa com 30 comprimidos. No estudo, os pacientes tomaram um comprimido de 100 mg ao dia.

A CNN Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde à respeito da incorporação do medicamento no SUS (Sistema Único de Saúde), mas ainda não houve retorno. O espaço segue aberto.

Câncer de pulmão no Brasil
Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil deve registrar 781 mil novos casos da doença por ano entre 2026 e 2028. Os dados confirmam que o câncer é uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil, aproximando-se das doenças cardiovasculares.

O câncer de pulmão é o terceiro tipo mais incidente em homens e o quarto em mulheres.

Veja os 5 tipos de câncer mais recorrentes em homens e mulheres:

Homens:

  1. Próstata
  2. Cólon e reto
  3. Pulmão
  4. Estômago
  5. Cavidade oral

Mulheres:

  1. Mama
  2. Cólon e reto
  3. Colo do útero
  4. Pulmão
  5. Tireoide

O câncer de pele não melanoma permanece como o mais frequente em ambos os sexos, sendo apresentado separadamente em razão de sua alta incidência e baixa letalidade.

cnn

Câncer de próstata matou 50 homens por dia no país em 2025

Postado em 2 de novembro de 2026

Cerca de 18,5 mil homens morreram no Brasil em 2025 vítimas do câncer de próstata. Isso equivale a 50 mortes por dia, segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

De acordo com a SBU, de 2017 a setembro deste ano, foram registradas mais de 160 mil mortes pela doença. E há uma tendência de alta. O número de óbitos em 2025, é 20% maior do que há dez anos (15,4 mil óbitos).

De acordo com a SBU, quando diagnosticada na fase inicial, a doença tem 90% de chances de cura. O problema é que, nessa fase, o paciente ainda não consegue perceber os sinais do câncer.

Apenas quando o tumor está em estágios mais avançados, costumam surgir sintomas como presença de sangue na urina ou no sêmen, aumento da frequência urinária, fluxo urinário fraco ou interrupções ao urinar, disfunção erétil e dores nos ossos.

“Uma doença silenciosa em suas fases iniciais, como é o câncer de próstata, que oferece nessa fase inicial 90% de chance de cura, ela precisa ser procurada e rastreada, pois esperar que os sintomas apareçam pode levar a uma perda da chance de cura. Esperar sentir dor ou ter dificuldade para urinar significa muitas vezes chegar tarde demais ao diagnóstico”, alerta o presidente da SBU, Roni Carvalho Fernandes.

Campanha
Neste mês, a SBU realiza a campanha Novembro Azul, que busca conscientizar a população masculina para os riscos desse tipo de tumor, o qual afeta a glândula responsável por produzir o líquido do sêmen que nutre e protege os espermatozoides.

“O homem brasileiro, historicamente, se cuida menos do que a mulher. E essa campanha é uma chance para que este homem assuma o protagonismo da sua própria saúde e passe a entender que prevenção e diagnóstico precoce também é uma atitude de homem”, explica.

Segundo ele, a SBU tem notado uma preocupação maior do homem com a saúde de seu aparelho urológico e reprodutor, nas últimas duas décadas.

“É uma mudança cultural importante. O homem, que antes nem queria ouvir falar de ir ao urologista, agora busca informações e agenda suas consultas com mais naturalidade. No entanto, o desafio continua gigante”, destaca.

A investigação é feita com dois exames de rotina: medição do nível de PSA (antígeno prostático específico) no plasma sanguíneo e avaliação do tamanho, forma e textura da próstata, através do exame de toque retal. O diagnóstico é feito por biópsia caso haja suspeita de tumor.

A recomendação da SBU é que homens a partir de 50 anos procurem um urologista para uma avaliação individualizada. Para pessoas com histórico familiar da doença, para negros e para obesos, a recomendação é começar com o rastreio aos 45 anos.

Novidades no tratamento
Em 2026, de acordo com a SBU, a cirurgia da próstata assistida por robô foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou a realização de ultrassom focado de alta intensidade (HIFU) e crioblação.

O HIFU é um método pouco invasivo, que direciona ondas de ultrassom para o local exato do tumor. A grande quantidade de energia focada no ponto resulta na destruição do tecido canceroso.

Já a crioblação é feita através de agulhas muito finais que são inseridas no local do tumor e injetam um gás congelante, o que provoca a morte das células tumorais.

band

Primeira parcela do 13º salário deve ser paga até o fim de novembro; confira as regras

Postado em 2 de novembro de 2026

O fim do ano se aproxima e, com ele, a expectativa dos trabalhadores brasileiros pelo alívio financeiro do décimo terceiro salário. Em 2026, a primeira parcela da gratificação deve cair na conta dos profissionais com carteira assinada até o dia 30 de novembro, uma segunda-feira, que marca a data-limite estabelecida pela legislação trabalhista para o repasse.

Nesta etapa inicial, o empregado recebe 50% do valor bruto do benefício, sem os temidos descontos de impostos. Para quem atuou o ano inteiro na mesma empresa, o montante total equivale a uma remuneração mensal completa. Já quem foi contratado ao longo de 2026 receberá a quantia proporcional ao tempo de serviço — a regra considera um mês contabilizado para quem tiver trabalhado pelo menos 15 dias dentro daquele mês.

A segunda parcela, no entanto, exige um pouco mais de atenção ao calendário neste ano. Embora o prazo oficial limite seja tradicionalmente o dia 20 de dezembro, a data cai em um domingo em 2026. Por regra, as empresas são obrigadas a antecipar o depósito para o último dia útil anterior, ou seja, sexta-feira, 18 de dezembro. Vale lembrar que é nesta segunda metade que a “mordida” acontece, com as deduções obrigatórias do INSS e do Imposto de Renda.

O 13º salário é um direito garantido de todo trabalhador sob o regime CLT, o que engloba os setores urbano e rural, além de empregados domésticos e avulsos. A grana extra também é assegurada para mulheres em licença-maternidade, funcionários afastados por acidente de trabalho e profissionais que foram demitidos sem justa causa no decorrer do ano, que recebem o acerto de forma proporcional.